jan 13 2010

Agenda de Janeiro

Agenda de final de semana até o fim de janeiro em São Francisco Xavier.
O Photozofia abre de quarta a sexta das 16h às 23h30,
sábados das 13h à 1h da manhã e
domingo das 13h às 20h.
No próximo dia 25 segunda-feira funcionaremos normalmente das 13h às 20h.
Informações turísticas: 012 3926 1833
Reservas: 012 3926 1406.

?ui=2&view=att&th=12628a953ecd8a7e&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628a953ecd8a7e&zw Neste sábado, 16 de janeiro Yan Kaô e a Contrução no show BANZO BRASILEIRO o Blues do Brasil. Música, natureza e contemplação na Serra da Mantiqueira!
Yan Kaô é escritor, compositor, baterista, percussionista, violonista, produtor musical e cantor. Começou sua carreira em bares e bandas de baile e já tocou com vários artistas, entre eles Duda Neves, Dinho Gonçalves, Airto Moreira, Caíto Marcondes. A Construção é o grupo que o acompanha em sua carreira solo nos shows e nos discos. Construção, a palavra de ordem para quem quer um mundo novo. Ser ecletico é natural, ser brasileiro é necessário e ser universal é o caminho




?ui=2&view=att&th=12628ac5ca3f1ef7&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628ac5ca3f1ef7&zw Festa das Violas! Violeiros de toda parte do país se juntam para uma noite descontraída e festiva em comemoração a décima primeira edição do curso Viola nas Montanhas que acontece todo ano em São Francisco Xavier, realizado pelo Braz da Viola.
Depois da presença de Inezita Barroso, Pena Branca, Paulo Freire nos anos anteriores, desta vez Braz da Viola convida o violeiro Ivan Vilela para abrilhantar a festa!!!
São 28 violeiros no palco desta sexta-feira dia 22 de janeiro.


?ui=2&view=att&th=12628b2f3cc083c8&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628b2f3cc083c8&zw No sábado dia 23 de janeiro Ivan Vilela (viola), traz composições do CD Paisagens e arranjos de seu novo CD de viola intitulado DEZ CORDASque tem arranjos para Valsinha do Vinicius e do Chico Buarque, Eleanor Rigby dos Beatles, lundus e modinhas do século XIX, Almir Sater, Venturini entre outros.

Ivan é diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas, indicada ao Prêmio Rival 2005, da Petrobrás, na categoria Atitude, idealizador da ONG Núcleo da Cultura Caipira e responsável pelo projeto de criação de um curso superior de música que utilize uma metodologia brasileira de ensino, proposta inédita no Brasil, concebida a pedido da Universidade de Taubaté, SP. Compôs a Ópera Caipira Cheiro de Mato e de Chão a partir do libreto de Jehovah Amaral.
É professor da USP (Universidade de São Paulo), além de atuar em diversos festivais de música do país e ministrar seminários sobre Cultura Popular Brasileira, Harmonia Modal, Estética e História da MPB e Viola Caipira. Trabalha como pesquisador a mais de quinze anos, enfocando manifestações da cultura popular em Minas Gerais e interior de São Paulo.

Em disco autoral ou junto a grupos foi indicado a importantes prêmios da Música Brasileira:Rival-BR (Orquestra Filarmônica de Violas) 2005, indicado na categoria Atitude. Paisagens (solo) 1998, Prêmio Sharp, indicado como Revelação Instrumental. Espiral do Tempo (Anima) 1997, Prêmio Movimento de Música Brasileira – melhor disco instrumental do ano, Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) – melhor conjunto de câmara e indicado à Medalha Carlos Gomes da Secretaria Estadual de Cultura – SP, Trilhas (Trem de Corda) 1994, duas indicações ao Prêmio Sharp.

?ui=2&view=att&th=12628c55d4be70e8&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628c55d4be70e8&zw Sábado, 30 de janeiro Kleber Albuquerque traz o seu SÓ O AMOR CONSTRÓE ao Vale do Paraíba. A multiplicidade da música de Kleber Albuquerque

Kleber Albuquerque & a Miniorkestra de Polkapunk lançaram Só o Amor Constrói (Sete Sóis), criando uma intensa miscelânea sonora e se desvendando músicos de desavergonhada qualidade.

Petulantes, não se furtaram a quebrar conceitos: brincaram com eles, tornando-os reféns de seus espíritos talentosos. Valendo-se de gêneros musicais diversos, fizeram da música válvula de escape para suas observações do dia a dia do mundo.

Bom compositor, Kleber escreveu letras para seus parceiros Adolar Marin, Élio Camalle, Zeca Baleiro, Danilo Moraes, Chico Cesar, Fred Martins e Rafael Altério. Antenado, reformulou um sucesso de Adriana Calcanhoto (Esquadros), dando-lhe novo sabor. Da algibeira, sacou poesias de Hilda Hilst e de Isac Ruiz, o que lhe permitiu criar melodias incontestes. Autossuficiente, criou sozinho cinco das quinze faixas do disco.

Cantor de bons recursos (seus graves vão tão bem quanto seus agudos), enseja a sensação de se ouvir algo distante do habitual. Interpretando, a sua personalidade musical vem plena. Entonações quase teatrais, por vezes, se contrapõem à aspereza; a emoção que lhe toma a garganta pode num segundo se refazer irônica ou singela.

Gustavo Souza (bateria), André Bedurê (baixo), Paulo Souza (serrote) e Stevan Sinkovitz, integrantes da Miniorkestra de Polkapunk, se desdobram em mil pedaços sonoros. Feito cobras-de-vidro, repartem-se para em seguida reaparecer em novos corpos e almas. O acordeonista Olívio Filho se integra a eles e colabora para a distinção da sonoridade que lhes sai das mãos.

Kleber Albuquerque é o camaleão que, antevendo predadores, reformula suas feições a cada instante. É o que segue instintos, abraçando-os; o que não teme o novo, (re)criando-o; o que não teme risco, correndo-os. Ele é o camaleão que, rápido como um corisco, muda de aparência; que, rente que nem pão quente, se adapta a novas circunstâncias.

Cantando e compondo, Kleber demonstra sabedoria ímpar. Mas, talvez, a que mais se sobressai decorre do fato de ele ter aberto mão de Cala Frio, de Kleber e Isac Ruiz, a canção mais bela do CD, entregando-a para Renato Braz cantar. Meu Deus! É de tirar o fôlego – aliás, há tempos uma canção não me comovia tanto. Relatando um ciclo de vida que não se fecha, envolto em atmosfera interiorana, Renato dá à melodia e aos versos um quê de fascinação.

Mas não só. Futebol Para Principiantes (Kleber) descreve com graça quase ingênua o que é um gol: Numa casinha toda enfeitada/ Toda rendada de filó/ Quando a bolinha toda ouriçada chega lá dentro/ Todo mundo grita gol.

Kléber e Adolar Marin compuseram Seis Horas, samba que remete a Monsueto. A lateria (bateria de lata) batuca. A guitarra pulsa com o serrote e com o acordeom, resultando (im)puro samba.

Kléber Albuquerque, econômico como haicai, certeiro como bote de cascavel, íntegro como rosto de mulher madura marcado pela vida, multiplica músicas com o dom de espalhar esperanças.

Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4


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dez 1 2009

Banzo Brasileiro, Yan Kaô e a Construção

convite-blues2

Neste sábado, 5 de dezembro

Yan Kaô e a Contrução no show BANZO BRASILEIRO o Blues do Brasil

Música, cachoeira e contemplação na Serra da Mantiqueira!

O show conta com músicas do Djavan, Roberto Carlos, Angela Rorô e outros bambas… Imperdível!

Yan Kaô é escritor, compositor, baterista, percussionista, violonista, produtor musical e cantor.

Começou sua carreira em bares e bandas de baile e já tocou com vários artistas, entre eles Duda Neves,

Dinho Gonçalves, Airto Moreira, Caíto Marcondes.

A Construção é o grupo que o acompanha em sua carreira solo nos shows e nos discos.

Construção, a palavra de ordem para quem quer um mundo novo.

Ser ecletico é natural, ser brasileiro é necessário e ser universal é o caminho.

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