A esquina mais gostosa da MPB

Adriano Grineberg traz ao Photozofia Arte & Cozinha
o show de lançamento
do seu Key Blues com o AG Quarteto no próximo
sábado dia 26 de junho, as 21h30
reservas> 012 3926 1406
O pianista e cantor Adriano Grineberg que já tocou com Ira! (2004 à 2007), Magic Slim, Ana Cañas (desde 2007), Blue Jeans, André Christovam e muitos outros está lançando o cd “Key Blues!!!”, o primeiro de seu projeto solo de blues AG Quarteto, onde instrumentos de teclas como pianos acustico e elétrico, órgão hammond, clavinete, toy organ, kalimba e escaleta são colocados na linha de frente dos arranjos, algo que ainda foi pouco explorado no blues nacional. O cd é também o primeiro tocado e cantado por um pianista de blues brasileiro que trouxe ao repertório, clássicos do gênero que foram imortalizados por guitarristas como Elmore James, Muddy Waters e Albert King em releituras inusitadas com um refinado acréscimo de influências de folk, soul e surf music. Segundo AG, o trabalho tem o objetivo de chegar aos ouvintes que tiveram pouco ou nenhum contato com o blues e é um convite para que todos possam simplesmente dançar e rir ao som do blues, afastando qualquer tipo de analogia com a melancolia muitas vezes atribuída ao gênero. Nas apresentações, o pinaista com sua potente voz interage com o público o tempo todo, sempre com muito humor e grande carisma.
AG já gravou como side man aproximadamente 30 cds de blues com uma infinidade de bandas ao longo de 20 anos de carreira, além de já ter tocado com uma extensa lista de artistas internacionais sendo os principais; Deacon Jones, Big Time Sarah, John Pizzarelli, Corey Haris, Mark Hummel e James Wheller, também tocou na abertura do show de BB.King em 3 oportunidades. Em 2007 lançou com o duo Vasco Faé & Adriano Grineberg o cd “Ao Vivo no Photozofia”, um tributo ao blues dos anos 20 e 30. Além do blues atua com intensidade na world music, onde já lançou 8 cds em parceria com o guitarrista Edu Gomes. Suas atuações sempre geraram convites para tocar ao lado de grandes nomes do mean stream brasileiro, além de Ira! e Ana Cañas já dividiu palco com Aranldo Antunes, Pitty, Paralamas do Sucesso, Liminha, Marina Lima, Toni Garrido e Andreass Kisser.
O AG Quarteto é formado também pelo guitarrista Edu Gomes (Irmandade do Blues), o baixista Rodrigo Jofré e o baterista e irmão Sandro Grineberg, formação que jamais se alterou (desde 2000).


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sábado 1º de maio no Photozofia,
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Em 2008, Juçara Marçal e Kiko Dinucci lançaram em parceria o CD PADÊ. O trabalho, bem recebido pela crítica, aborda de maneira inventiva o imenso universo de gêneros musicais brasileiros, sobretudo os de herança africana. Com a circulação desse primeiro trabalho, os músicos aprofundaram seus conhecimentos e exploraram outras sonoridades e formas de tratar esse material musical, seguindo na investigação dos vários gêneros encontrados na tradição popular brasileira.
Novas composições e outras interpretações para músicas que marcam a parceria entre o violão de Kiko Dinucci e a voz de Juçara Marçal foram experimentadas. E o saxofone de Thiago França trouxe para o trabalho uma sonoridade especial que, sem utilizar a percussão, leva o ouvinte ao universo dos batuques.
Em Metá Metá, Juçara, Kiko e Thiago buscam uma outra maneira de tocar as composições que se inspiram nas músicas de santo, nos pontos, festas e brincadeiras dessa tradição. Cada um dos músicos contribui com sua experiência particular para construir em cada canção interpretada um todo que parte sempre da tradição brasileira, mas relaciona-se também com artistas de outros países que beberam na mesma fonte, a herança africana.
Em língua ioruba, a palavra metá significa três, sendo assim metá-metá pode ser traduzido em um sentido mais próximo à tradição africana como: três ao mesmo tempo, ou seja, a síntese de três elementos em um (1).
Juçara Marçal (voz), Thiago França (sax) e Kiko Dinucci (violão e composições) se juntaram para mostrar um trabalho inédito, com base no universo musical afro-religioso brasileiro, Metá-Metá dispensa o uso de percussão, sem deixar as características rítmicas de lado, ressaltando os elementos harmônicos e melódicos, bem como os sígnos da música de influência africana no mundo.
(1) LOPES, Nei, Logunedé: “Santo menino que velho respeita’ – 2ª ed. - Rio de Janeiro, Pallas, 2002.
Fred Martins, o vencedor do 9º Prêmio Visa de Música Brasileira em 2006, tem uma trajetória singular na música brasileira. Dono de criatividade e ritmos bastante particulares, o fluminense disputou ao lado de nomes conhecidos da música popular brasileira como João Donato e André Abujamra e conquistou, além do prêmio máximo, o voto popular conferido pelo público presente no Tom Brasil, em São Paulo.
Além da gravação do cd, o compositor teve sua obra registrada em dvd, num show realizado no Bourbon Street em São Paulo, numa parceria da Gravadora Eldorado com o Canal Brasil - fato inédito na história do prêmio. O lançamento do cd e dvd Tempo Afora aconteceu no final de 2007.
Natural de Niterói, Fred iniciou uma longa formação musical em sua adolescência. Durante dez anos transcreveu partituras para alguns dos mais famosos Songbooks produzidos por Almir Chediak, entre eles os de Rita Lee, Noel Rosa, Gilberto Gil, Tom Jobim e Chico Buarque.
Fred Martins se tornou conhecido do público primeiro pelas suas canções, gravadas por nomes reconhecidos da música brasileira como Ney Matogrosso (”Novamente” e “Tempo Afora”), Zélia Duncan (”Flores” e “Hóspede do Tempo”) e Maria Rita (”Sem Aviso”).
Lançou seu primeiro cd, Janelas, em 2001, e, em 2005, Raro e Comum, cd que conta com as participações especiais de Ney Matogrosso e Zélia Duncan.
Em fevereiro de 2006 apresentou seu trabalho na IP Week, em Londres e, em outubro fez os shows de abertura do Brasil Plural - festival anual de cinema brasileiro em Munique, na Alemanha.
No dia 18 de outubro de 2007 foi exibido pela primeira vez, no Canal Brasil, o show gravado em dvd Tempo Afora. Logo em seguida Fred começou a temporada de shows e viagens para a divulgação do cd e dvd pelo Brasil afora.
O show que reune dois dos músicos mais
atuantes do cenário de Blues no país,
é o resultado de uma parceria que iniciou
em 1998 com apresentações e gravações
em duo, em outros projetos e realizando
shows pela grande São Paulo e interior
do estado. Após muita pesquisa sobre o
Blues dos anos 20 e 30 do Mississippi,
descobriram nos primórdios do gênero
composições e sonoridades esquecidas,
de nomes como Charley Patton, Blind
Lemon Jefferson e Leroy Carr, que são
homenageados no CD Ao Vivo No Photozofia
que é o primeiro CD de Delta Blues gravado
ao vivo no Brasil.
O CD foi gravado ao vivo em São Francisco
Xavier – SP, em formação semi-acústica, com
o pianista Adriano Grineberg e o
homem-banda Vasco Faé (gaita, guitarra e
bumbo), os vocais são divididos entre os
blueseiros. Além do tributo, também foram
gravadas composições próprias em um
show onde o exploram dinâmicas de forma
refinada e fiel aos timbres e arranjos originais.
No show atual apresentam as músicas do CD
entre vários clássicos de todos os tempos.
Paralelamente ao duo, realizam shows
com a Irmandade do Blues e tocaram juntos
em diversos projetos como: Pé Redondo,
A Trinka, Projeto Blueseiros do Brasil,
Strutmaker, Blues’n Jazz Allstars, Projeto
Harmonia em Compassos, Cake Walking Gang,
entre outros.
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Pode parecer apenas mais um disco de violões, mas VIRADO, ultrapassa todas as expectativas do que seria mais um trabalho de música instrumental. Resultado da parceria que Paulo Bellinati e Weber Lopes iniciaram em 2007, quando os dois músicos se reuniram pela primeira vez para uma série de apresentações em Minas Gerais, este novo CD nos brinda agora com a essência desse encontro. De lá para cá, entre muitas idas e vindas de Congonhas a Confins, os amigos foram construindo a identidade do duo, afinando seus violões , encontrando caminhos, seguindo suas intuições…
Paulo e Weber unem dois estados, duas histórias e estilos diferentes para criar uma nova sonoridade. Transitam entre a tradição e a modernidade misturando cores variadas para formar um novo matiz, esculpido através de composições próprias e parcerias inéditas.
Cada um contribui generosa e decisivamente: Paulo oferece uma linguagem urbana, cosmopolita, limpa e provocativa sem se descuidar de suas raízes, que passam tanto pelo toque caipira do interior paulista quanto pelo despojamento e ousadia da cultura metropolitana. Weber traz a tradição de Minas tratada e refinada por uma moderna visão harmônico-melódica, um estilo recheado de lirismo e pontuado pela força dos ritmos e tambores mineiros. O encontro instigou e inspirou belas interpretações, novas composições, e principalmente a interação dos músicos que gravaram ao vivo todas as faixas, compartilharam arranjos e estrearam a primeira parceira, “Violão Virado”. Indo além, é só se deixar levar e se emocionar com A Rede e o Mar, Dança e Coda, Reinado, Carlo´s Dance, Bom Partido, Flor do Tempo, entre outras.
Falar dos dois violonistas/compositores é uma privilegiada e confortável viagem pela música brasileira.
Natural de São Paulo, Paulo Bellinati é um dos mais respeitados violonistas brasileiros em todo mundo. Além de uma sólida carreira em palcos internacionais, é também compositor e arranjador brilhante, com peças executadas e gravadas por violonistas como John Williams, Fábio Zanon, Los Angeles Guitar Quartet, Quaternaglia, Carlos Barbosa Lima e Duo Assad. Sua peça Jongo, ganhou o 1º prêmio no Festival Internacional de Composição para Violão da Martinica e já conta com mais de 50 gravações em todo mundo. Vários de seus CDs são referência de qualidade no Brasil e no mundo, entre eles, “The Guitar Works of Garoto”, sobre a obra de Aníbal Augusto Sardinha (Garoto), e “Afro-Sambas“, em duo com a cantora Mônica Salmaso.
Weber Lopes, nascido em Guanhães - Minas Gerais - é um dos grandes violonistas brasileiros da nova geração. Seus CDs têm sido elogiados pela imprensa nacional e internacional e seu talento, reconhecido pelo público. Já trabalhou com músicos como Toninho Horta, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda e Nivaldo Ornelas. Já foi premiado com prêmios como o BDMG Instrumental e o Pro-música. Seu 1º, Flor do Tempo (1999) foi considerado um dos mais importantes lançamentos do ano. O 2º, MAPA (2005), tem tido uma trajetória de sucesso em palcos mineiros e nacionais. Weber tem se apresentado em países como Itália, Alemanha, Suíça, Lituânia, Nova Zelândia, França e Finlândia.
No show a dupla desfila o repertório do CD através de uma atmosfera de muita cumplicidade. A intimidade com que os dois tratam as belas composições permite que a cada momento elas sejam transformadas e renovadas. A improvisação e o diálogo levam os artistas a leituras novas e surpreendentes.
Por fim, Paulo e Weber trazem sabores e aromas variados para temperar um mesmo prato: um “Virado Paulista alla Mineira”, quem sabe. Estão servidos?