jan 31 2010

ROGÉRIO SANTOS

rogerio-flyer

Rogerio Santos, poeta paulistano, desenvolve trabalho musical autoral como cantor e letrista.
No momento está em fase de pré-produção de seu primeiro CD “Crônicas Paulistanas”.
Esse material começou a ser criado e formatado à partir do blog pessoal de Rogerio (www.folhadecima.blogspot.com),
canal que permitiu o encontro do poeta Rogerio Santos com o músico Tony Pituco, ex. integrante do grupo
paulistano Língua de Trapo, radicado em Tóquio desde a década de 90.
Simultâneamente, surgiram as primeiras parcerias com o violonista Floriano Villaça e em seguida o desenvolvimento de arranjos para as canções do trio de compositores, Rogerio Santos, Floriano Villaça e Tony Pituco.
O repertório do show é baseado no trabalho autoral da tríade de compositores.
Canções como “Torresmo na Madruga”, “Carro Anfíbio”, “Breque do Guioza” e “Enterprise”, dão o tom das “Crônicas Paulistanas” que marcam a parceria Rogerio/Pituco, quando passeiam com poesia, bom humor e nostalgia pelos meandros do cotidiano paulistano.
Do outro lado, “Valsa Etérea”, “Bailarina”, Solicitude e “Prisma”, dão o tom mais lírico da parceria Rogerio/Floriano.
Tudo isso dentro de um leque diverso de ritmos da Musica Popular Brasileira.

Além das canções autorais, o repertório do show homenageia grandes letristas da MPB, como Aldir Blanc, Paulo César Pinheiro e Hermínio Bello de Carvalho, em parcerias com músicos como João Bosco, Guinga, Mário Gil e Paulinho da Viola.


jan 29 2010

Há sempre uma canção para contar

mpb
A fotógrafa CONCEIÇÃO ALMEIDA abre mais uma vez o seu baú para contar em imagens a história da MPB dos anos 70.
Com o título “Há sempre uma canção para contar…”, verso da música Fotografia do maestro Tom Jobim, ela revela momentos ímpares de uma simplicidade que pairava naqueles anos.

Onde: Photozofia Arte & Cozinha em São Francisco Xavier – SP
www.portalsfx.com.br ou www.saofranciscoxavier.com.br
www.blog.photozofia.com.br - www.photozofia.com.br
Largo São Sebastião, 105 – inf: 012 3926 1406 - contato@photozofia.com.br
Vernissage aberta: 5 de fevereiro as 20h
exposição de 5 de fevereiro a 7 de março
horário: de quinta a domingo das 16h as 20h

O PASSADO DO MELHOR PRESENTE, NAS FOTOS DE CONCEIÇÃO ALMEIDA.
Wladimir Soares
Há toda uma geração de artistas brilhando na música popular brasileira. Muitas vezes esse brilho torna-se ocasional e dura pouco. Na hora de se mencionar os artistas importantes da MPB, os nomes citados são os que brilham há mais de 30 anos. Os nossos ídolos ainda são os mesmos. A fotógrafa Conceição Almeida guardou todos os negativos das importantes fotos que ela tirou registrando o nascimento de alguns desses ídolos. E mais uma vez ela abre o baú e traz essas relíquias ao Photozofia no mês de fevereiro em exposição da história fotográfica da MPB dos anos 70.
Conceição é um dos seres privilegiados que estava no lugar certo na hora certa. No começo de sua carreira, Conceição era fotógrafa de gravadoras e revistas. Sua missão: registrar o aparecimento de novas estrelas, de Raul Seixas a Marina, de Cazuza a Simone, de Zé Ramalho a Zizi Possi. Conceição não registrou o nascimento de estrelas como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa e Elis Regina porque ela não é tão precoce assim. Mas, nos seus guardados Conceição tem fotos preciosas dessa turma que compõe a seleção titular da MPB. Impossível não se emocionar diante de tanta preciosidade.
Com esta exposição documental e descontraída Conceição se inspirou numa exposição de Linda Mc Cartney em Londres nos anos 70, com uma apresentação despojada esteticamente mas com conteúdo precioso. Salta aos olhos a simplicidade que reinava no período de ouro da moderna MPB, um deleite a espontaneidade de Chico Buarque trocando de camisa para as lentes de Conceição. Impossível não se encantar com o despojamento de Caetano Veloso em sua fase mais andrógena, que logo iria encontrar mais ressonância em Ney Matogrosso, também aqui exposto. E a beleza plástica do beijo assexuado entre Gal Costa e Sonia Braga revela ainda mais o talento e o senso de oportunismo da grande fotógrafa. Nove entre dez artistas que começaram seu reinado nos anos 70 foram captados pela objetiva da fotógrafa que já fez exposições individuais no MIS, Museu da Imagem e do Som com o seu acervo de Raul Seixas o que levou a Revista Rolling Stone fechar a sua edição em homenagem aos 20 anos de morte de Raul com suas fotografias em capa e interior da revista e revelar a atemporalidade da expressão do artista. Conceição soube ter paciência para aguardar o momento certo para expor suas fotos. Revelando ao mundo seu acervo, Conceição também inscreveu seu nome no panteão de importantes e famosos.


jan 24 2010

Só o amor constrói por KLÉBER ALBUQUERQUE

Cancao \”O OUTRO EU\” - Kleber Albuquerque e Fred Martinskleber

Show sábado, dia 30 de janeiro as 22h no Photozofia

A multiplicidade da música de Kleber Albuquerque
Kleber Albuquerque & a Miniorkestra de Polkapunk lançaram Só o Amor Constrói (Sete Sóis), criando uma intensa miscelânea sonora e se desvendando músicos de desavergonhada qualidade.
Petulantes, não se furtaram a quebrar conceitos: brincaram com eles, tornando-os reféns de seus espíritos talentosos. Valendo-se de gêneros musicais diversos, fizeram da música válvula de escape para suas observações do dia a dia do mundo.
Bom compositor, Kleber escreveu letras para seus parceiros Adolar Marin, Élio Camalle, Zeca Baleiro, Danilo Moraes, Chico Cesar, Fred Martins e Rafael Altério. Antenado, reformulou um sucesso de Adriana Calcanhoto (“Esquadros”), dando-lhe novo sabor. Da algibeira, sacou poesias de Hilda Hilst e de Isac Ruiz, o que lhe permitiu criar melodias incontestes. Autossuficiente, criou sozinho cinco das quinze faixas do disco.
Cantor de bons recursos (seus graves vão tão bem quanto seus agudos), enseja a sensação de se ouvir algo distante do habitual. Interpretando, a sua personalidade musical vem plena. Entonações quase teatrais, por vezes, se contrapõem à aspereza; a emoção que lhe toma a garganta pode num segundo se refazer irônica ou singela.
Gustavo Souza (bateria), André Bedurê (baixo), Paulo Souza (serrote) e Stevan Sinkovitz, integrantes da Miniorkestra de Polkapunk, se desdobram em mil pedaços sonoros. Feito cobras-de-vidro, repartem-se para em seguida reaparecer em novos corpos e almas. O acordeonista Olívio Filho se integra a eles e colabora para a distinção da sonoridade que lhes sai das mãos.
Kleber Albuquerque é o camaleão que, antevendo predadores, reformula suas feições a cada instante. É o que segue instintos, abraçando-os; o que não teme o novo, (re)criando-o; o que não teme risco, correndo-os. Ele é o camaleão que, rápido como um corisco, muda de aparência; que, rente que nem pão quente, se adapta a novas circunstâncias.
Cantando e compondo, Kleber demonstra sabedoria ímpar. Mas, talvez, a que mais se sobressai decorre do fato de ele ter aberto mão de “Cala Frio”, de Kleber e Isac Ruiz, a canção mais bela do CD, entregando-a para Renato Braz cantar. Meu Deus! É de tirar o fôlego – aliás, há tempos uma canção não me comovia tanto. Relatando um ciclo de vida que não se fecha, envolto em atmosfera interiorana, Renato dá à melodia e aos versos um quê de fascinação.
Mas não só. “Futebol Para Principiantes” (Kleber) descreve com graça quase ingênua o que é um gol: “Numa casinha toda enfeitada/ Toda rendada de filó/ Quando a bolinha toda ouriçada chega lá dentro/ Todo mundo grita gol”.
Kléber e Adolar Marin compuseram “Seis Horas”, samba que remete a Monsueto. A lateria (bateria de lata) batuca. A guitarra pulsa com o serrote e com o acordeom, resultando (im)puro samba.
Kléber Albuquerque, econômico como haicai, certeiro como bote de cascavel, íntegro como rosto de mulher madura marcado pela vida, multiplica músicas com o dom de espalhar esperanças.
Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4
kleber21


jan 13 2010

Agenda de Janeiro

Agenda de final de semana até o fim de janeiro em São Francisco Xavier.
O Photozofia abre de quarta a sexta das 16h às 23h30,
sábados das 13h à 1h da manhã e
domingo das 13h às 20h.
No próximo dia 25 segunda-feira funcionaremos normalmente das 13h às 20h.
Informações turísticas: 012 3926 1833
Reservas: 012 3926 1406.

?ui=2&view=att&th=12628a953ecd8a7e&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628a953ecd8a7e&zw Neste sábado, 16 de janeiro Yan Kaô e a Contrução no show BANZO BRASILEIRO o Blues do Brasil. Música, natureza e contemplação na Serra da Mantiqueira!
Yan Kaô é escritor, compositor, baterista, percussionista, violonista, produtor musical e cantor. Começou sua carreira em bares e bandas de baile e já tocou com vários artistas, entre eles Duda Neves, Dinho Gonçalves, Airto Moreira, Caíto Marcondes. A Construção é o grupo que o acompanha em sua carreira solo nos shows e nos discos. Construção, a palavra de ordem para quem quer um mundo novo. Ser ecletico é natural, ser brasileiro é necessário e ser universal é o caminho




?ui=2&view=att&th=12628ac5ca3f1ef7&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628ac5ca3f1ef7&zw Festa das Violas! Violeiros de toda parte do país se juntam para uma noite descontraída e festiva em comemoração a décima primeira edição do curso Viola nas Montanhas que acontece todo ano em São Francisco Xavier, realizado pelo Braz da Viola.
Depois da presença de Inezita Barroso, Pena Branca, Paulo Freire nos anos anteriores, desta vez Braz da Viola convida o violeiro Ivan Vilela para abrilhantar a festa!!!
São 28 violeiros no palco desta sexta-feira dia 22 de janeiro.


?ui=2&view=att&th=12628b2f3cc083c8&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628b2f3cc083c8&zw No sábado dia 23 de janeiro Ivan Vilela (viola), traz composições do CD Paisagens e arranjos de seu novo CD de viola intitulado DEZ CORDASque tem arranjos para Valsinha do Vinicius e do Chico Buarque, Eleanor Rigby dos Beatles, lundus e modinhas do século XIX, Almir Sater, Venturini entre outros.

Ivan é diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas, indicada ao Prêmio Rival 2005, da Petrobrás, na categoria Atitude, idealizador da ONG Núcleo da Cultura Caipira e responsável pelo projeto de criação de um curso superior de música que utilize uma metodologia brasileira de ensino, proposta inédita no Brasil, concebida a pedido da Universidade de Taubaté, SP. Compôs a Ópera Caipira Cheiro de Mato e de Chão a partir do libreto de Jehovah Amaral.
É professor da USP (Universidade de São Paulo), além de atuar em diversos festivais de música do país e ministrar seminários sobre Cultura Popular Brasileira, Harmonia Modal, Estética e História da MPB e Viola Caipira. Trabalha como pesquisador a mais de quinze anos, enfocando manifestações da cultura popular em Minas Gerais e interior de São Paulo.

Em disco autoral ou junto a grupos foi indicado a importantes prêmios da Música Brasileira:Rival-BR (Orquestra Filarmônica de Violas) 2005, indicado na categoria Atitude. Paisagens (solo) 1998, Prêmio Sharp, indicado como Revelação Instrumental. Espiral do Tempo (Anima) 1997, Prêmio Movimento de Música Brasileira – melhor disco instrumental do ano, Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) – melhor conjunto de câmara e indicado à Medalha Carlos Gomes da Secretaria Estadual de Cultura – SP, Trilhas (Trem de Corda) 1994, duas indicações ao Prêmio Sharp.

?ui=2&view=att&th=12628c55d4be70e8&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628c55d4be70e8&zw Sábado, 30 de janeiro Kleber Albuquerque traz o seu SÓ O AMOR CONSTRÓE ao Vale do Paraíba. A multiplicidade da música de Kleber Albuquerque

Kleber Albuquerque & a Miniorkestra de Polkapunk lançaram Só o Amor Constrói (Sete Sóis), criando uma intensa miscelânea sonora e se desvendando músicos de desavergonhada qualidade.

Petulantes, não se furtaram a quebrar conceitos: brincaram com eles, tornando-os reféns de seus espíritos talentosos. Valendo-se de gêneros musicais diversos, fizeram da música válvula de escape para suas observações do dia a dia do mundo.

Bom compositor, Kleber escreveu letras para seus parceiros Adolar Marin, Élio Camalle, Zeca Baleiro, Danilo Moraes, Chico Cesar, Fred Martins e Rafael Altério. Antenado, reformulou um sucesso de Adriana Calcanhoto (Esquadros), dando-lhe novo sabor. Da algibeira, sacou poesias de Hilda Hilst e de Isac Ruiz, o que lhe permitiu criar melodias incontestes. Autossuficiente, criou sozinho cinco das quinze faixas do disco.

Cantor de bons recursos (seus graves vão tão bem quanto seus agudos), enseja a sensação de se ouvir algo distante do habitual. Interpretando, a sua personalidade musical vem plena. Entonações quase teatrais, por vezes, se contrapõem à aspereza; a emoção que lhe toma a garganta pode num segundo se refazer irônica ou singela.

Gustavo Souza (bateria), André Bedurê (baixo), Paulo Souza (serrote) e Stevan Sinkovitz, integrantes da Miniorkestra de Polkapunk, se desdobram em mil pedaços sonoros. Feito cobras-de-vidro, repartem-se para em seguida reaparecer em novos corpos e almas. O acordeonista Olívio Filho se integra a eles e colabora para a distinção da sonoridade que lhes sai das mãos.

Kleber Albuquerque é o camaleão que, antevendo predadores, reformula suas feições a cada instante. É o que segue instintos, abraçando-os; o que não teme o novo, (re)criando-o; o que não teme risco, correndo-os. Ele é o camaleão que, rápido como um corisco, muda de aparência; que, rente que nem pão quente, se adapta a novas circunstâncias.

Cantando e compondo, Kleber demonstra sabedoria ímpar. Mas, talvez, a que mais se sobressai decorre do fato de ele ter aberto mão de Cala Frio, de Kleber e Isac Ruiz, a canção mais bela do CD, entregando-a para Renato Braz cantar. Meu Deus! É de tirar o fôlego – aliás, há tempos uma canção não me comovia tanto. Relatando um ciclo de vida que não se fecha, envolto em atmosfera interiorana, Renato dá à melodia e aos versos um quê de fascinação.

Mas não só. Futebol Para Principiantes (Kleber) descreve com graça quase ingênua o que é um gol: Numa casinha toda enfeitada/ Toda rendada de filó/ Quando a bolinha toda ouriçada chega lá dentro/ Todo mundo grita gol.

Kléber e Adolar Marin compuseram Seis Horas, samba que remete a Monsueto. A lateria (bateria de lata) batuca. A guitarra pulsa com o serrote e com o acordeom, resultando (im)puro samba.

Kléber Albuquerque, econômico como haicai, certeiro como bote de cascavel, íntegro como rosto de mulher madura marcado pela vida, multiplica músicas com o dom de espalhar esperanças.

Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4


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jan 13 2010

Banzo Brasileiro

yankao-flyer Quem perdeu da primeira vez terá a segunda pra conferir o blues do Brasil com

Yan Kaô e a Construção!

No próximo sábado, dia 16 de janeiro as 22h no Photozofia Arte & Cozinha em São Francisco Xavier.

Yan Kaô e a Contrução no show BANZO BRASILEIRO, o Blues do Brasil.

O show conta com músicas do Djavan, Roberto Carlos, Angela Rorô e outros bambas… imperdível!

Yan Kaô é escritor, compositor, baterista, percussionista, violonista, produtor musical e cantor.

Começou sua carreira em bares e bandas de baile e já tocou com vários artistas, entre eles Duda Neves, Dinho Gonçalves, Airto Moreira, Caíto Marcondes.

A Construção é o grupo que o acompanha em sua carreira solo nos shows e nos discos.

“Construção, a palavra de ordem para quem quer um mundo novo.. Ser ecletico é natural, ser brasileiro é necessário e ser universal é o caminho.”(Yan Kaô)


jan 6 2010

Brasil Caboclo no Photozofia

os

Oswaldinho Viana e Marisa Viana em

“Uma Viagem pelo Brasil Caboclo”


Oswaldinho e Marisa Viana nos convidam a uma viagem musical pelo Brasil, com todo o seu rico colorido de ritmos, costumes, e estórias. Neste sábado, dia 9 de janeiro as 21h30 no Photozofia Arte & Cozinha.

O show tem a boa mistura da música autenticamente brasileira com a graça e o humor ingênuo caipira. Através de muita cantoria e “causos”, nos levam aos cantos e recantos de algum lugar do interior do Brasil, sempre com muita alegria e emoção.

No repertório, além de clássicos do nosso cancioneiro popular e da passagem pelos tempos dos grandes festivais de MPB, estão também suas próprias composições e algumas músicas de seus três CDs, o “São Sebastião do Tijuco Preto”, o “No Balanço da Rede” e o mais recente “Viva Elpídio!”.

A pureza acústica dos instrumentos de cordas e os efeitos sonoros

da percussão, nos remetem aos sons do mato, pássaros e cachoeiras levando todos a uma agradável e divertida viagem musical.

Acompanhando esta viagem, vem André Perine no baixo acústico.

É neste clima de muita alegria e festa, que desejamos a todos…

Uma boa e divertida viagem!

www.omviana.com.br / www.myspace.com/oswaldinhoemarisaviana

omviana.contato@uol.com.br/cafefuba@uol.com.br

osviana-int