jun 26 2009

Prepare-se, JULHO no Photozofia

É um prazer convida-los para a temporada de inverno em São Francisco Xavier.  Estaremos abertos de quarta a domingo, servindo deliciosas especialidades da cozinha e apresentando shows imperdíveis com aqueles que são a nova geração da boa música brasileira.

Todos os dias, caldos, fondues e lareira acesa. Todos os sábados no jantar um menu especial incluindo o melhor da nossa cozinha, o saboroso cordeiro ao vinho, também servido aos domingos, massas, peixes, carnes e ainda vinhos da América do Sul para brindar a vida em boa companhia.

Esperamos você!

click nas fotos e ouça

apl1 3 de julho as 22h e 4 de julho as 21h30

Ana Paula Lopes apresenta o show “Mil Rosas”, de seu segundo CD.

A cantora paulista de 28 anos, escolheu um repertório forte e cheio de novidades que passa pelo jazz, samba, bossa, blues, baião e baladas. As músicas são bem brasileiras, cheias de balanço e emoção, mas mantém a sofisticação nos arranjos que marcam o trabalho de Ana Paula.

Entre composições próprias e de novos compositores como Domenico Lancelotti (do trio Kassin+2), Giana Viscardi e Michael Ruzitschka, Rodrigo Leão, Marcelo Silva, Juliana Kehl, Paulo Costa e o poeta Dedo Thenório, e Celso Marques (Aquilo Del Nisso), que além de parceiro de Ana Paula em uma das canções, assina a produção musical.

Ana Paula Lopes começou sua carreira cantando jazz com o show “Tributo a Billie Holiday”, há seis anos. No início de 2007 foi apontada pela Revista VEJA, como destaque da nova safra de cantoras da MPB. Em 2006 foi indicada por Nelson Motta como uma das “Artistas Revelação do Ano”. Em 2005 lançou seu primeiro CD, chamado “Meu”, com versões arrojadas e sofisticadas de músicas de Tom Jobim, Chico Buarque, Djavan, Edu Lobo e outros, com ótimas críticas da mídia e vendas tanto no Brasil como em países como Alemanha e Japão.

la 10 de julho e 11 de julho as 21h30

Luis Felipe Gama e Ana Luiza apresentam O VENTO uma parceria entre Luis Felipe Gama, pianista, arranjador e compositor, e Ana Luiza, cantora e compositora.  Autenticidade e coragem marcantes, difíceis de encontrar, quando não de serem valorizados. Começando pelo propósito que marca a parceria dos dois, o de viabilizar um trabalho musical de sonoridade moderna, lírica e cortante, na certeza de que é possível fazer música brasileira de qualidade e profundamente popular sem concessões.

Uma aposta radical na existência de quem pretenda desfrutar da criação artística não como mercadoria mas como obra, ao mesmo tempo que pretende ser tratado como público e não como mero consumidor.

Essa música inventiva, quente e vigorosa, marca dos sons de Luis Felipe e Ana Luiza, vem aproximando do trabalho artistas como Natan Marques, Guinga e Robertinho Silva, e mais recentemente, outro dos grandes intérpretes da nossa música, Ney Matogrosso. A marcante presença de Ney dividindo shows com o duo, cantando clássicos de seu repertório, canções que nunca tinha interpretado, além de composições inéditas de Luis Felipe Gama. O primeiro fruto d’O Vento, o cd “Ana Luiza”, foi gravado ao vivo e lançado pela Dabliú Discos em 1999. Seguiu-se a esse projeto o cd “‘Águas Daqui” (Lua Discos, 2000), parceria de Luis Felipe com a cantora e compositora Juliana Amaral, dividindo com Natan Marques os arranjos e com Robertinho Silva a concepção rítmica do disco, que traz ainda a participação de outro grande cancionista, Moacyr Luz. Vem posteriormente o elogiado cd “Linha d’água” (Guanabara Records, 2006), segundo registro dos parceiros Luis Felipe e Ana Luiza. Entremeando esses projetos destacam-se os arranjos e composições de Luis Felipe para ora dando forma de canção à criação de outros compositores, como Natan Marques e Guinga, entre outros. Desse último encontro, destaca-se a elogiada parceria O Silêncio de Iara, chamada por Chico Buarque de “a canção do século. Ana Luiza recebe ainda o prêmio de melhor intérprete do Festival da TV Cultura de 2005. No mesmo ano, na voz de Ana Luiza e nos arranjos e composições de Luis Felipe Gama, os parceiros mostraram seu trabalho, cuja beleza e força trouxeram o segundo lugar do Prêmio Visa Vocal.

q1 17 de julho as 22h e 18 de julho as 21h30

Marcelo Quintanilha apresenta show com um repertório baseado no CD QUINTO, com destaque para as inéditas Ser Ou Não Ser, Última Esperança, Só Na Multidão e É. O Tempo não Pára, de Cazuza e Arnaldo Brandão que está registrada no disco, também entra no set list da noite.

Canções de Caetano Veloso (Força Estranha), Zé Ramalho (Admirável Gado Novo), Chico Buarque e Francis Hime (Passaredo), Extra (Gilberto Gil) e Jorge Drexler (Milonga Del Moro Judio) enriquecem a seleção. Completam o roteiro canções lembradas de improviso, que de alguma maneira tenham alguma ligação conceitual ou afetiva para o artista em relação ao repertório, o que torna o show mais leve, descontraído e surpreendente.

Marcelo Quintanilha é paulistano e cresceu no meio musical. Acordeonistas, desde cedo os pais o estimularam a tocar um instrumento. Foram os principais incentivadores, responsáveis por sua iniciação e paixão pela música brasileira. Biografia: Metamorfosicamente/1995; Quinta/1998; Sala de Estar/2005; Mosaico/2005 e Pierrot e Colombina/2006, em parceria com sua esposa, Vânia Abreu; Quinto/2009.

ca 24 de julho as 22h e 25 de julho as 21h30

Cris Aflalo apresenta  Quase tudo dá, seu mais recente trabalho ao lado de Luiz Waack (violão e guitarra).

Cris e Luiz trabalham juntos há 12 anos e também juntos produziram os dois discos de Cris Aflalo, Só Xerêm (2003) e Quase tudo dá (2008).

Em total sintonia a dupla segue um caminho próprio, desenvolvendo linguagem harmônica, soando moderno dentro da tradição da música brasileira, cosmopolita como a world music.

No repertório, além de canções dos dois discos, apresentam releituras de Beatles, Itamar Assumpção, Carlos Dafé, Gilberto Gil, Cat Stevens, entre outros.

vp 31 de julho as 22h e 1º de agosto as 21h30

Vanessa Bumagny apresenta Pétala por Pétala, seu segundo cd produzido por Zeca Baleiro. ”A primeira vez que vi Vanessa Bumagny,  integrava o elenco de “De Profundis”, de Ivam Cabral, lá nos Satyros, em 2001 ou 2002. Não esqueci aquela figura esguia, que fazia uma participação marcante no drama dirigido por Rodolfo García Vázquez. Mas não conhecia a artista que habitava aquela figura de olhos ardentes. Alguns anos mais tarde, voltando ao palco, passei a integrar justamente o elenco dos Satyros, e então tive a chance de me aproximar de Vanessa, amiga de Ivam e Rodolfo e espectadora fiel de tudo que se faz na Praça Roosevelt.

Conheci uma mulher bela e curiosa e talentosa e exigente. Lança agora seu segundo álbum, “Pétala por Pétala”, depois do elegante e intenso trabalho de estréia, “De Papel”, em 2003. O segundo em seis anos. Pouco? Pode ser. Para qualquer um. Não para uma artista refinada, perfeccionista, rigorosa. Vanessa canta a perplexidade, o desentendimento, a sensualidade, o prazer, em resumo, o estar no mundo hoje. E dentro desse território, uma das facetas que melhor disseca é o amor. Mas não qualquer amor. Para ela, o amor é um modo real de experimentar a condição humana, uma forma, A forma de estar no mundo. Em busca desse norte (não do amor apenas, mas de sua expressão) é que ela se pauta. E sai à procura dos acordes e das palavras perfeitas para traduzir o que sente.

Um sabor tremendamente atual perpassa tudo que VB faz. Parte das bases. Tem bossa nova em seu álbum, assim como tem rumba, tango, samba, forró, música brasileira de raiz, valsa e muito mais. Tem flashes de tarde de domingo em bairro residencial tranquilo. E climas de alta madrugada devassa de promessas sussurradas. E essa riqueza toda surge temperada com o toque contemporâneo de acompanhamentos inesperados, de sincronias quebradas e refeitas. Não por acaso ela entregou a produção de seu álbum a um dos músicos brasileiros mais antenados com a modernidade da canção: Zeca Baleiro. Que fez em “Pétala por Pétala”, como faz sempre, um trabalho de jovem mestre.”
Alberto Guzik é ator, escritor crítico teatral, dramaturgo, professor…

Reservas:

Sextas: Cardápio aberto - show – R$ 15,00 –Reservas: 012 – 3926 1406 - início dos shows: 22h

Sábados: reservas com menu incluso – Jantar R$ 40,00 e Show - R$ 15,00 – total - R$ 55,00 por pessoa – (O jantar é servido a partir das 20h30 e inclui sopa, prato principal entre massas, cordeiro, carne, peixe, café e chocolate quente). Reservas: 012 – 3926 1406 - início dos shows: 21h30

Aceitamos também: VISA, MASTER CARD, DINNERS, Visa Electron, Maestro e Redeshop.

Horário de funcionamento:

Quartas, quintas e sextas - 14h a 00h

Sábados - 13h a 1h

Domingos - 13h as 21h

Informações: contato@photozofia.com.br

www.photozofia.com.br

blog.photozofia.com.br


jun 25 2009

Samba carioca na Mantiqueira

Marcia Lisboa traz o samba do rio para São Francisco Xavier.

NÓS E O RIO seu último cd conta com canções bem justificado, pois no repertório estão músicas do cd , samba-jazz, bossa e muitas faces do carioquíssimo samba nosso de cada dia. Uma boa surpresa são as histórias que Marcia conta, curiosidades sobre os compositores e suas canções.

As canções do CD não fogem aos estilos apresentados, Marcia relê Noel Rosa (Com que roupa),Wilson Batista e Geraldo Pereira (Acertei no milhar). Um carioca, um mineiro e um campista que foram verdadeiros tradutores da alma do Rio. As outras canções do Cd também seguem essa linha: falando do sorriso, do sol, da saudade, do malandro, do Samba e da Bossa Nova. Em variações rítmicas sutis: Samba-Choro, Samba de Breque, Samba de Roda, Bossa Nova e outras.

Além de novos e promissores compositores, onde Marcia se inclui, a cantora interpretará Tom Jobim, Chico Buarque, Cartola Nelson Cavaquinho, Geraldo Pereira e outros grandes Bambas do nosso samba,incluindo o paulista Adoniran Barbosa.

Marcelo Pfeil, tanto no Cd como no show, produziu, fez os arranjos e a direção musical, ainda, é autor de quatro faixas, que escreveu enquanto esteve em turnê pela Europa com o Grupo Brasiliana. Pfeil traz em sua bagagem uma visão cosmopolita, com uma forte pitada de jazz, mas com o swing brasileiro que fala mais alto, essas junções dão aos arranjos um requinte todo especial.


Um pouco sobre Marcia Lisboa

Por Rafael Emídio   (Jornalista)

MARCIA LISBOA é carioca e mora atualmente em Copacabana, que confessa é o seu bairro preferido. Sempre foi apaixonada por Samba e  Bossa Nova, conheceu o choro e também virou paixão, aprecia jazz e tem preferência pelas gravações mais antigas. Declarou seu amor ao Rio e ao som da cidade, como diz, com o seu CD de estréia, debruçou-se sobre historias maravilhosas. E nos presenteou com as músicas e curiosidades dos grandes mestres da historia da MPB, com destaque para os sambas, que ela foi buscar no fundo do baú, tem sambas desde a década de 30. Outro ponto forte são as bossas.  Márcia, também, é compositora e selecionou, entre novos compositores, belas canções. Acabou juntando a tradição e os novos caminhos. Sem perder a qualidade e o bom gosto, sua busca.

Márcia passeia da década de 30 a atual, porém, não são simples reproduções, mas uma releitura. Ela já tem marca registrada, tanto na interpretação como no repertório e nas harmonizações com uma bela influência jazzística. Músico de experiência internacional, Pfeil é arranjador e diretor artístico experimentado, ele soube perceber e explorar o talento de Márcia e seus músicos, imprimindo performance e modernidade, porém, sem perder as características melódicas nem fugindo dos estilos, dá um rosto novo a um velho amigo. Com o formato de quarteto, cai em um swing virtuoso, tanto nos acompanhamentos como nos momentos instrumentais.

As características vocais de Márcia Lisboa são interessantes: a coloração de sua voz passa, na hora certa, de escura e aveludada para clara e rascante, noutras à delgada e cristalina - isto sobre uma extensão que é de poucos. Graças a sua formação e experiência como atriz, dá a sua interpretação, além de um sentimento verdadeiro, um domínio de palco e de platéia que fascina.

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jun 23 2009

JULHO! PREPARE-SE, VALE A PENA.

A programação de julho está deliciosamente convidativa. Todas as sextas e sábados shows imperdíveis, além de lareira acesa, cordeiro ao vinho, bons vinhos, fondue, sopas e boa companhia. Um brinde a vida!

Melhor que palavras para dizer quem sobe a serra e ao palco do Photozofia, deixaremos os links de música e vídeo para valer o convite. Esperamos você!

veja: Sonho Meu com Luis Felipe Gama e Ana Luiza que se apresentam nos dias 10 e 11 de junho.

ouça:

Reservas: 012 3926 1406, no sábado um menu especial

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jun 17 2009

nossos novos compositores

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Dani Gurgel apresenta o cd “nosso”, no Photozofia, sábado dia 20 de junho, as 21h30.

ouça a cantora: http://www.myspace.com/photozofia

A cantora e compositora Dani Gurgel não pára e, como sugere uma das canções de seu primeiro disco, é da pá virada. Paulistana de berço e de paixão, ela é, cada vez mais, citada quando o assunto é boa música, ótimas parcerias e inegável desenvoltura no quesito projetos. Por falar nisso, depois do sucesso com o segundo álbum, o ‘Nosso’, lançado no final do ano passado, o qual, inclusive, ela segue divulgando em várias partes do país, Dani se prepara para alçar vôos maiores. Um deles, aliás, já pode (e deve) ser conferido.AGORA – Dani Gurgel e Novos Compositores, terceiro disco da cantora, cujo lançamento está previsto para setembro desse ano, está sendo pré-lançado em parceria com o importante selo norte-americanoArtistShare (http://artistshare.com), o mesmo que tem lançado discos de músicos consagrados como Maria Schneider, John Clayton, Ingrid Jensen, Kurt Rosewinkel, entre outros.

Primeira artista brasileira a figurar no disputado grupo do ArtistShare, Dani Gurgel segue com a intenção de conectar as pessoas, para, então, fazer um disco no qual todos sintam-se parte dele. O projeto, inspirado na série de shows ‘Dani Gurgel e Novos Compositores’, vai contar com as canções e a participação de vários compositores e músicos brasileiros, jovens e talentosos, cantando ou tocando. Não por acaso, ‘Agora’ remete-se a Ágora, um espaço em Atenas onde os cidadãos se encontravam para fazer arte e exercer a democracia. Arte que a cantora e compositora pretende compartilhar, desde o início, não só com seus parceiros musicais, mas com o público, em geral. Do ‘Nosso’, Dani trouxe a experiência de saborear novas parcerias, algo que deu certo. Em ‘Agora’, ela se junta à filosofia do ArtistShare e prova um método de trabalho inédito no mercado fonográfico brasileiro. Em síntese, o participante financia o disco, a partir de dezenas de ofertas, desde a opção mais simples que é a compra do disco em mp3 até a possibilidade de se tornar Produtor Executivo e ser convidado para acompanhar as gravações no estúdio. “A pessoa irá acompanhar de perto toda a produção do disco; do repertório à arte da capa. Vamos mostrar cada detalhe do que fizermos e colocar tudo em vídeo, áudio, fotos e um blog, tudo em Português e Inglês”, reforça Dani. O projeto Agora conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural.

Dani Gurgel nasceu numa família musical (com mãe pianista e pai saxofonista) e viveu boa parte de sua vida na música instrumental, até se revelar como cantora e compositora. De saxofonista da big band regida por Roberto Sion, e da banda que acompanhava o Zimbo Trio, até baixista do grupo Quincas, no qual desenvolveu suas composições em tempos de faculdade, Dani traçou seu caminho por vários ângulos da música, incluindo a fotografia – seu nome pode ser visto nos créditos de muitas fotos de divulgação e capas de discos. As várias facetas de sua formação se traduzem nas belas melodias e imagens que criou em ‘Nosso’, no anterior ‘Dani Gurgel’ e, logo mais, no novo disco ‘Agora’. Em shows, Dani apresenta o repertório de ‘Nosso’ e suas novas composições, incluindo a letra para ‘The ‘Pretty’ Road’, de Maria Schneider; em português ‘Estrada Bela’. No final de 2008, apresentou-se com a Orquestra Tom Jobim, regida por Roberto Sion, num concerto do qual também foi curadora, apresentando o trabalho da nova geração de compositores brasileiros.

VISITE:

www.danigurgel.com.br

www.myspace.com/danigurgel

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:

Renata Gonçalves

Assessora de Imprensa

regoncalves.bh@gmail.com

+(55) 11 8475-4850


jun 10 2009

Horizonte e Profundidade

Gravuras  - MORGAN

gravura

Horizonte e Proximidade
Gravuras
MORGAN

Sempre em busca da sintonia
com o Universo, na procura
da frequência com a
nossa alma.
Encontrando sempre  o limite do
futuro que converge com a
realidade que marca o
início e o fim
da obra de arte.
Sendo esta a atração primordial
da nossa proximidade densa
com esta mostra para com
o devir do
horizonte
que nos
atrai como um
imã.

Abertura dia 11 de junho de 2009, as 19h.

exposição de 11/06 a 12/07


jun 8 2009

Namorados ao som da canção francesa

 
12 de junho, um jantar especial ao som de canções francesas!

Cordeiro ao Vinho é a pedida da noite…

A cantora Jucilene Buosi, acompanhada por excelentes músicos, traz o universo da delicada canção francesa, no show Appellation Contrôlée.

Cantora de formação erudita e coração popular, Jucilene interpreta ícones da música francesa como Edit Piaf, Charles Aznavour, Patrick Bruel, Brigite Bardot entre outros. Da tristonha e sofrida “Ne me quitte pas” à alegre e descontraída “Comme de bien entendu”, desfila pelas passarelas da canção francesa.

No palco, formação que recria o sotaque francês – violão de aço, nylon e contrabaixo, com arranjos temperados pelo jeitinho brasileiro de fazer música.

Reservas: 012 3926 1406

 

 


jun 8 2009

VOZES BUGRAS

13 de junho
O grupo feminino Vozes Bugras – formado por Anabel Andrés, Anunciação, Cássia Maria, Célia Gomes, Daniela Lasalvia, Priscila Brigante, Tânia Marilis e Ully Costa - pesquisa canções, contos, ritos, mitos e lendas que remetem à identidade bugra-cabocla-mulata-mameluca-cafusa brasileira. A apresentação acontece em São Francisco Xavier nesta sábado, 13 de junho, sábado no Photozofia às 21h30.
vozesO fato de ser composto só por mulheres, levou o Vozes Bugras a refletir sobre as particularidades da identidade feminina, rendendo também homenagens a compositoras e intérpretes que reinventam e simbolizam a bugridade mulher. A seleção do repertório abriga desde pontos do Candomblé até textos de autores modernistas, nos quais a musicalidade ancestral está presente. Além de violão, viola, cavaquinho, percussão e canto, usam instrumentos feitos com sucata e percussão vocal e corporal, trazidos da experiência na Orquestra Orgânica Performática, de Stênio Mendes com colaboração de Fernando Barba. 

O nome é um trocadilho com Mistério das Vozes Búlgaras, grupo internacionalmente conhecido. A denominação depreciativa bugre, dada aos indígenas, vem do francês bougre, referente aos hereges búlgaros, resistentes à ocupação de seu território, estendendo-se àqueles considerados rudes ou selvagens em contraposição a uma idéia de civilização européia. Daí nasceu o conceito fundamental da pesquisa de repertório do grupo.

Show - Vozes Bugras

 

Integrantes: Anabel Andrés, Anunciação, Cássia Maria, Célia Gomes, Daniela Lasalvia, Priscila Brigante, Tânia Marilis e Ully Costa.

 


jun 5 2009

Jazz 6 no Festival da Mantiqueira - Diálogos com a Literatura

Jazz 6 no Photozofia - 30 de maio de 2009

no Festival da Mantiqueira - Diálogos com a Literatura