Exposição Poesia Contemporânea


A fotógrafa CONCEIÇÃO ALMEIDA abre mais uma vez o seu baú para contar em imagens a história da MPB dos anos 70.
Com o título “Há sempre uma canção para contar…”, verso da música Fotografia do maestro Tom Jobim, ela revela momentos ímpares de uma simplicidade que pairava naqueles anos.
Onde: Photozofia Arte & Cozinha em São Francisco Xavier – SP
www.portalsfx.com.br ou www.saofranciscoxavier.com.br
www.blog.photozofia.com.br - www.photozofia.com.br
Largo São Sebastião, 105 – inf: 012 3926 1406 - contato@photozofia.com.br
Vernissage aberta: 5 de fevereiro as 20h
exposição de 5 de fevereiro a 7 de março
horário: de quinta a domingo das 16h as 20h
O PASSADO DO MELHOR PRESENTE, NAS FOTOS DE CONCEIÇÃO ALMEIDA.
Wladimir Soares
Há toda uma geração de artistas brilhando na música popular brasileira. Muitas vezes esse brilho torna-se ocasional e dura pouco. Na hora de se mencionar os artistas importantes da MPB, os nomes citados são os que brilham há mais de 30 anos. Os nossos ídolos ainda são os mesmos. A fotógrafa Conceição Almeida guardou todos os negativos das importantes fotos que ela tirou registrando o nascimento de alguns desses ídolos. E mais uma vez ela abre o baú e traz essas relíquias ao Photozofia no mês de fevereiro em exposição da história fotográfica da MPB dos anos 70.
Conceição é um dos seres privilegiados que estava no lugar certo na hora certa. No começo de sua carreira, Conceição era fotógrafa de gravadoras e revistas. Sua missão: registrar o aparecimento de novas estrelas, de Raul Seixas a Marina, de Cazuza a Simone, de Zé Ramalho a Zizi Possi. Conceição não registrou o nascimento de estrelas como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa e Elis Regina porque ela não é tão precoce assim. Mas, nos seus guardados Conceição tem fotos preciosas dessa turma que compõe a seleção titular da MPB. Impossível não se emocionar diante de tanta preciosidade.
Com esta exposição documental e descontraída Conceição se inspirou numa exposição de Linda Mc Cartney em Londres nos anos 70, com uma apresentação despojada esteticamente mas com conteúdo precioso. Salta aos olhos a simplicidade que reinava no período de ouro da moderna MPB, um deleite a espontaneidade de Chico Buarque trocando de camisa para as lentes de Conceição. Impossível não se encantar com o despojamento de Caetano Veloso em sua fase mais andrógena, que logo iria encontrar mais ressonância em Ney Matogrosso, também aqui exposto. E a beleza plástica do beijo assexuado entre Gal Costa e Sonia Braga revela ainda mais o talento e o senso de oportunismo da grande fotógrafa. Nove entre dez artistas que começaram seu reinado nos anos 70 foram captados pela objetiva da fotógrafa que já fez exposições individuais no MIS, Museu da Imagem e do Som com o seu acervo de Raul Seixas o que levou a Revista Rolling Stone fechar a sua edição em homenagem aos 20 anos de morte de Raul com suas fotografias em capa e interior da revista e revelar a atemporalidade da expressão do artista. Conceição soube ter paciência para aguardar o momento certo para expor suas fotos. Revelando ao mundo seu acervo, Conceição também inscreveu seu nome no panteão de importantes e famosos.

O Photozofia Arte & Cozinha
convida para a abertura da exposição da artista plástica DWARI.
SHUNYATA
por dwari
Para o Zen, a experiência da consciência
acontece no Vazio ou “Shunyata”.

Assim, todo objeto deve ser assimilado
a partir da inefável lacuna existente em sua realidade:
é no vazio do intervalo entre dois momentos espaço-temporais –
uma aparente ruptura entre o Ser e o Não-Ser,
que se dá a sutil percepção da pureza de significados do objeto.
É aí que somos capazes de apreender os atributos deste objeto
conforme ele se apresenta aos nossos sentidos,
para então captar a sua arte.
Dwari é uma artista brasileira que trabalha com pintura em técnica mista sobre papel ou tela e escultura em argila e concreto. Após vários anos na Europa e na India, vive atualmente no Brasil, onde desenvolve seu trabalho artístico e oferece aulas e workshops em processo criativo e pintura.
A arte sempre esteve presente em sua vida, mas foi a partir de 1998, quando decidiu morar na India, que esse potencial se desenvolveu e se tornou parte do seu cotidiano. Permanecendo aí por quatro anos, pode se dedicar ao desenho e à pintura e explorar o processo criativo nas mais diversas abordagens de escolas e filosofias orientais.
Desde que retornou ao Brasil, continuou sua formação artística, buscando as bases teóricas e práticas para o aprimoramento do seu trabalho.
Da Índia trouxe os nanquins, as aquarelas, os papéis artesanais de pura fibra de algodão e o hábito de muita água, que se transformam em fluidez e espontaneidade e no jogo de revelação e mistério das inúmeras transparências sempre presentes em sua obra; da sua formação multidisciplinar e do engajamento na questão ambiental emerge o tema das matas e florestas em toda sua força e também vulnerabilidade.
Informações:
dwarionart@gmail.com
http://www.dwarionart.blogspot.com/

Apresenta 21 telas, 11 utilizando a técnica acrílico sobre tela e 10 óleo sobre tela. Faz telas , ora usando cores vibrantes ora utilizando somente o preto e branco e as diversas tonalidades do cinza. Retrata em suas pinturas cidades, paisagens e indivíduos em cenas do cotidiano.


Horizonte e Proximidade
Gravuras
MORGAN
Sempre em busca da sintonia
com o Universo, na procura
da frequência com a
nossa alma.
Encontrando sempre o limite do
futuro que converge com a
realidade que marca o
início e o fim
da obra de arte.
Sendo esta a atração primordial
da nossa proximidade densa
com esta mostra para com
o devir do
horizonte
que nos
atrai como um
imã.
Abertura dia 11 de junho de 2009, as 19h.
exposição de 11/06 a 12/07