jan 24 2012

São Chico das Violas diz adeus e inté mais vê!

Neste sábado acontece o encerramento do São Chico das Violas 2012.
O convidado especial é João Arruda, violeiro de Campinas, que traz a
beleza dessa música que toca nossas raízes e emociona a tantos!
Reservas:  12 3926 1406
28/01 - 21h30
joao-arruda-flyer
28 de janeiro – sábado – 21h30 – JOÃO ARRUDA
Nascido há 25 anos na cidade de Campinas, João Arruda é considerado um
dos jovens promissores músicos da linha da viola brasileira comprometido com
a valorização e recriação de temas e canções da cultura popular brasileira,
bem como de outros países.
Lançou em 2007 o Cd C e l e b r a s o n h o s, considerado, pelo crítico e
jornalista Bruno Ribeiro (Correio Popular de Campinas), um dos melhores
álbuns de música popular lançados no ano. Neste Cd de 18 faixas há
participações especiais da cantora Daniela Lasalvia, do trovador Dércio
Marques, do maestro e violeiro Chico Moreira dentre outros músicos e artistas
parceiros.
Realizou em 2009 a circulação do show C e l e b r a s o n h o s em diversas
cidades do estado de São Paulo pelo Prêmio do Programa de Ação Cultural
(PROAC - no 18) da Secretaria do Estado da Cultura
de São Paulo.
Já em 2010 foi selecionado e participou da IV Mostra da canção brasileira
independente do centro cutural Banco do Nordeste realizando shows em
Juazeiro do norte (CE) e Sousa (PB).
Integrou o Projeto Samarro´s Brazil na França e Itália em realizando shows e
gravações com o grupo de Pífanos Flautins Matuá também no ano de 2010.
Realiza o projeto Arreuní, que promove e promoveu shows- encontros junto
diversos artistas como Pereira da viola, Dércio Marques, Paulo Freire , Noel
Andrade , Déa Trancoso, Carol Ladeira, Stênio Mendes, Levi Ramiro, Cláudio
Lacerda.
Participa a 10 anos do grupo de Pífanos Flautins Matuá que realiza
espetáculos cênico-musicais baseados em pesquisas da cultura popular, em
especial das bandas de pífanos do nordeste brasileiro. Nestas pesquisas teve
contato e aprendizados com diversos mestres da cultura popular brasileira em
especial em São Paulo, Minas Gerais, Sergipe, Ceará, Mato Grosso e Goiás.
Integra atualmente os grupos Cantavento de música infantil, Chasky de música
latino-americana, Taboca da Matta de ritmos tradicionais do nordeste brasileiro
e integrou a Orquestra Filarmônica de Violas, dirigida pelo músico Ivan Vilela
entre 2005 e 2006. joao-arruda

jan 19 2012

braz-e-violeiros-flyer bilora-flyer

Reservas:  12 3926 1406
20 de janeiro – sexta-feira – 21h – Encerramento do 13º. Viola nas Montanhas,
com BRAZ DA VIOLA, VIOLEIROS DE TODO O BRASIL E PARTICIPAÇÃO
ESPECIAL DO VIOLEIRO BILORA.
O curso esta na sua 13ª edição e reúne alunos de toda parte do Brasil toda
terceira semana de janeiro em Sáo Francisco Xavier. Organizado por Braz da
Viola o encerramento acontece em um show no Photozofia.
Todo ano Braz tem um convidado especial que passa dois dias inteiros com os
alunos e encerra o curso com um show acompanhado pelos alunos.
Pelo nosso curso já passaram nomes como Inezita barroso, Pena Branca, Paulo
Freire e Ivan Vilela, Juliana Andrade e o convidado desta edição é o violeiro
Bilora.

21 de janeiro – sábado – 21h – BILORA
Bilora nasceu em Santa Helena de Minas, Vale do Mucuri, divisa com o sul
da Bahia. Viveu na região em contato com a cultura popular: folias, batuques,
cantigas de roda, contradanças, festas juninas, cordéis, etc. Atualmente reside
em Contagem, MG.
É músico-violeiro-compositor. Tem três discos gravados, sendo o mais
recente “Nas Entrelinhas”. Formado em Letras, atuou por 10 anos como
professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira e por 3 anos como
instrutor de Oficina de Música no interior de Minas.
É um dos compositores mais premiados em festivais da canção pelo Brasil, em
cidades de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia, Goiás, Rio Grande do Sul,
Rio de Janeiro e Goiás. Citando alguns: *premiado no Canta Minas- 95 com
três premios (Organizado pela Rede Globo Minas); *em 2002 foi premiado no
Circuito Paulista de Festivais na capital de São Paulo que reuniu os premiados
do ano no interior do estado. *A música “Calango na Cidade” totalizou 30
premiações, inclusive, o Primeiro Lugar em Avaré, SP, em setembro de 2005;
em Ibotirama, BA, em 2006; Melhor Letra e Segundo Lugar em Ilha Solteira e
São José do Rio Pardo, SP em 2002; Vencedor das duas ultimas edições do
festival “Canto das Águas” de Três Marias, MG em 2008 e 2010;
O prêmio mais notável foi o 3º lugar com a música “Tempo das Águas” no
Festival da Música Brasileira de 2000, organizado pela Rede Globo.
No ano de 2005 foi um dos selecionados no Festival de Música da TV Cultura,
com a música “Sertão Urbano”.
Gravou 3 cds: De Viola e Coração, Tempo das Águas e Nas Entrelinhas. Tem
músicas gravadas por variados músicos, grupos, corais e orquestras do país.
Tem músicas incluídas em dezenas de cds coletivos.
É um dos 6 violeiros do projeto VivaViola - Sessenta Cordas em Movimento, de
muito sucesso de público e crítica em Minas em 2008/09 e 2010.
Integra o projeto “Causos e Violas das Gerais” do SESC/MG que percorre o
interior do estado de Minas com shows.
Bilora é um compositor que preza pelo valor poético de suas letras juntando-as
ao universo da cultura popular e da viola caipira.
www.bilora.com.br /


jan 13 2012

O Reveillon por Ignácio de Loyola Brandão

13 de janeiro de 2012 | 10h 16
Ignácio de Loyola Brandão

Chovia quando deixamos o recanto Picumã, a estrada de terra estava lisa, passamos pela misteriosa Escola de Filosofia, coalhada de automóveis, luzes amarelas como lanternas japonesas faziam as vezes de decoração festiva. O aviso na cancela da escola é intrigante: “Ao chegar, apague os faróis, acenda a luz interna”. Como acendê-la? Com essa questão me vi começando a despedir do ano passado, que terminou com a morte de uma pessoa brilhante, Daniel Piza. Nada sabemos, mas ninguém merece morrer aos 41 anos. Ano que nos levou igualmente Moacyr Scliar. Também se foi Marlene França, a atriz descoberta por Alex Viany aos 14 anos, para o filme Rosa dos Ventos, e a quem, um dia, em 1957, dei um balão vermelho depois de passearmos na roda-gigante do Parque Shangay, que não existe há décadas. Tudo na vida se torna lembrança.

Quando pegamos a estradinha ladeada por hortênsias que leva ao centro de São Francisco Xavier, a rua estava deserta, casas fechadas, diferente da movimentação da tarde. Silêncio. Rodeamos a igreja, fiéis saíam da missa noturna, se cumprimentavam, se abraçavam. Despedidas de ano. Entramos no Photozofia às dez e meia da noite, já havia algumas mesas ocupadas. Lugar aconchegante, nossa mesa ficou diante de um painel que tinha máquinas fotográficas de várias épocas, para deleite de meu filho André, um fotógrafo.

Este é um lugar especial nesta pequena cidade que, além de se movimentar com um festival literário primoroso, o da Mantiqueira, abriga, ao seu redor, entre cachoeiras e rios murmurantes (por causa das pedras), casas de escritores, artistas, jornalistas, filósofos, e todos que buscam sossego e aqui estão sob a guarda da proteção ambiental. Tanto que nem houve fogos à meia-noite. A chuva era pouca. No balcão do bar e casa de shows íntimos, cuidados por Patricia, estavam os apetizers, o ceviche, as peras ao roquefort, saladas de hortaliças orgânicas, pupunha ao pesto, chancliche com alecrim, patês, frutas secas, frutas tropicais, água de ervas e batidas de frutas, figo com presunto, pera com queijo, sementes de romã. São sete que devemos apanhar e colocar na carteira. Como não uso carteira, guardei no estômago.

A sensação é que todos nos conhecíamos, era um calmo final de ano e, louvemos ao Senhor, não havia uma televisão ligada prometendo um show da virada e os inevitáveis fogos de Copacabana. Quem aguenta? Não, nem todo mundo quer badalação, posar para fotógrafos, quem precisa disso? Havia, sim, um show para nós com a cantora Airó e percussão e guitarra, um som brasileiro, animado com músicas que todos curtimos ao longo da vida, tão distante, mas tão distante desse badalado Teló com sua insipidez, para não dizer estupidez. Se isso é revelação, meu Deus, o que está acontecendo com a música popular?

Airó nos fazia flutuar pelo Brasil com todas aquelas canções que nos emocionaram, nos fizeram dançar, animar, brincar, enquanto mansamente comíamos truta com arroz negro, ou cordeiro ao vinho com cuscuz marroquino, ou um nhoque recheado com queijo e molho de alcachofra, comidas cujo perfume (o Photozofia é pequeno) tomou o ambiente, enquanto olhávamos o relógio a caminho da meia-noite. Da grande mesa ao lado da minha, uma senhora baixa, cabelos brancos veio me dar o primeiro abraço do ano. Quem era? Tenho a fisionomia, o calor do abraço.

Precisamos de que para sermos felizes? Não sabemos, não temos ideia. Ou temos várias ideias. Nunca somos inteiramente felizes ou felizes o tempo inteiro. Se fôssemos, seríamos pasmados. Naquele 31 de dezembro, enquanto a chuva bateu forte lá fora, e fizemos a inevitável contagem regressiva, pensei em Daniel Piza e o AVC que o conduziu num instante e me levou a refletir no que para mim significa ainda estar aqui, quando um AVC poderia ter me levado há 15 anos. De tempos em tempos recebo uma mensagem: a vida é frágil, não se esqueça. Por que fui avisado? A cada ano penso nisso. Não tenho resposta, ainda não acendi essa luz interior. São essas perguntas que nos conduzem pela vida tentando solucionar o mistério? Em cada primeiro de janeiro acordo com esta perplexidade e feliz por estar vivo. Só quem se aproximou e não ultrapassou essa fronteira limite tem ideia do que é a intensidade do viver.

Leia também no Estadão> http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,comeco-de-ano-sem-fogos-e-badalacoes,822267,0.htm


jan 10 2012

Viola da Terra no São Chico das Violas

sao-chico-2012-flyer

14 de janeiro – sábado - 21h – Waguinho Vilela
Reservas:  12 3926 1406
Waguinho Vilela é músico autodidata, violeiro, violonista e guitarrista,
adotou a viola caipira como o instrumento do coração, e estende à ela toda
bagagem adquirida. Podemos dizer que  é “filho da terra”, que já conquistou
seu espaço em outros palcos, tem no sangue a música herdada do avô
Ernesto Vilela,compositor e cancioneiro  importante para o Vale do Paraíba e o
pai Chiquinho Sanfoneiro.
Waguinho tem em sua formação musical vertentes do blues, do choro, da
música caipira e da música regional.
E participa como representante de São Francisco Xavier do São Chico das Violas.
Photozofia Arte & Cozinha
Largo São Sebastião, 105 - centro - São Francisco Xavier - SP
waguinho-vilela-flyer

nov 28 2011

O Sambeiro com Trem da Viração

tremdaviracao3 Em clima de festa o Photozofia Arte & Cozinha apresenta
O SAMBEIRO, novo show do TREM DA VIRAÇÃO
dia 03 de dezembro, sábado, 21h30
trem-novo-show O novo trabalho do grupo TREM DA VIRAÇÃO (Beto Quadros, Marcelo Moreira,
André Braga, Cauique Bonsucesso, Marcio Oliveira e Deo Lopes) reúne um repertório
exclusivamente de sambas e de composições próprias. SAMBAS compostos nos
últimos dez anos, sambas prá um lugar; sambas pra pessoas ,sambas pra coração feliz-infeliz ,
sambas de costume popular e que foram se atraindo, até se encontrarem neste singelo concerto:
O SAMBEIRO e que o Viração da Viração tem a honra de apresentar o repertório ainda in natura
e inédito e que será gravado em cd e dvd em janeiro de 2012.

nov 14 2011

Renato Anesi no Photozofia

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Sábado 19 de novembro no Photozofia Arte & Cozinha
Violões com Renato Anesi
no repertório Garoto, Chico Buarque, Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Geraldo Azevedo, Jacob do Bandolim, Astor Piazzola.
Reservas:  12 3926 1406

Da música instrumental contemporânea, Renato Anesi foi premiado diversas vezes pelos mais exigentes críticos e avaliadores.

Volta ao palco do Photozofia após 7 anos quando participou da primeira edição do Festival Cordas na Mantiqueira em 2004.

Sua discografia tem início em 1996 com o CD Corda Coral. Em 1999, com o guitarrista

espanhol José Luiz Montòn, gravou o CD Sin Querer, na Bélgica, pelo selo francês Auvidis.

Na mesma época excursionou na turnê Primavera com a bailarina flamenca Nina Corti por

toda Suíça e Suécia. Em 2000 lançou o CD Rosa dos Tempos e, em 2006, o CD Dez Anos

Depois. Já tocou com Yamandú Costa, Vitor Biglione, Zé Geraldo, Gilson Peranzzeta, Zeca

Assumpção, Tom Zé, Passoca, Chico Saraiva e José Luiz Montòn, entre outros.

Seu trabalho recebeu, em 2001, o prêmio do Instituto Itáu Cultural Rumos e Tendências

Musicais e, em 2004, o prêmio do festival nacional Syngenta de música instrumental para

viola. Em 2007, foi premiado na categoria Melhor Instrumentista no Festival de Música Instrumental de Guarulhos, em São Paulo.


nov 9 2011

Feriado tem shows especiais no Photozofia

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Neste feriado, o Photozofia Arte & Cozinha apresenta dois shows especiais!

Adriano Grineberg Quarteto apresenta o show Key Blues Ilana Volcov traz o showBangüê
Reservas: 12 3926 1406

Adriano Grineberg,  pianista e cantor de blues de São Paulo, lançou o cd “Key Blues!!!” em 2010, o primeiro tocado e cantado por um pianista de blues brasileiro.Nossa turnê ja atingiu a marca de 150 shows em 1 ano na estrada em lugares como Bourbn Street (SP),  Rede Sesc (SP), Teatros em diversos estados brasileiros. Na mídia temos conquistado espaço em programas como Programa do Jô (2 vezes em 2010, Bem Amigos e Todo Seu com Ronnie Von.
Com 20 anos de carreira ja atuou ao lado dos principais nomes do blues do Brasil e também nos EUA como Magic Slim, John Pizzarelli, Corey Haris, além de conhecidos nomes da música brasileira como Ira (de 2004 à 2007), Ana Cañas (desde 2007), Paralamas do Sucesso, Arnaldo Antunes e outros. Já abriu shows de BB King em 3 oportunidades.
Show que transcende o coneito “Blues” expandindo sua linguagem, visitando as vertentes
do soul, reagge, folk, rock, e até mesmo da música étnica de lugares como a Índia e o
continente africano, onde o blues reencontra às suas origens. A interação constante com o
público, o carisma e o bom humor são características marcantes de um show “Vibrante,
pulsante e moderno - Revista Blues’n Jazz”.
Além de AG formam a banda Edu Gomes (Irmandade do Blues) na guitarra, Rodrigo
Jofré no baixo e o irmão Sandro Grineberg na bateria.
Ilana Volcov apresenta o repertório de seu primeiro CD solo, Bangüê, indicado ao 22º Prêmio da Música Brasileira. Com um olhar contemporâneo sobre a tradição, a cantora traz canções inéditas e recriações de autores conhecidos e jovens compositores. Trata-se de uma preciosa coleção de histórias brasileiras que explora, de forma inventiva, a riqueza rítmica e melódica do cancioneiro popular.
Bangüê, expressão de origem africana, significa engenho da cana-de-açúcar. A palavra que dá nome ao CD, aparece emRecife, cidade lendária, de Capiba: “Recife, cidade lendária, das pretas de engenho, cheirando a bangüê”. Assim como o perfume doce das pretas de Capiba remetem `a história da monocultura e da sociedade escravocrata, que outros perfumes poderiam conservar registros sobre nossa gente? Em resposta, Ilana Volcov interpreta canções que evocam algo de nossa identidade, da nossa alma.
Ilana Volcov debuta solo no requintado CD Banguê. Tárik de Souza, “Jornal do Brasil”/ Mais conhecida pelo trabalho ao lado de Eduardo Gudin, Ilana Volcov estréia em CD solo já madura, tanto no uso da voz aguda quanto na coesão de um repertório de histórias, paisagens e ritmos brasileiros. Luiz Fernando Viana, jornal “Folha de São Paulo”/ Como canta bem a moça, Deus do céu! Seus agudos são tão certeiros como acertada é a sua afinação. Sua voz, doce e afinada, tem uma profundidade que parece cavoucar espaço nos ouvidos de quem a ouve, buscando aconchego onde possa melhor se deixar sentir. (…) A serenidade da intérprete que sabe o que quer com o seu canto. Aquiles Reis, jornal “Brazilian Voice Newspaper”/ Cheia de ótimas intenções artísticas, a cantora paulistana Ilana Volcov lança Bangüê, seu primeiro disco solo. O trabalho, produção independente distribuída pela Tratore, celebra ritmos brasileiros tradicionais em elegantes arranjos contemporâneos. Beto Feitosa, sites Music News e Ziriguidum/ Com boa estrada (incluindo o grupo de Eduardo Gudin), Ilana estreia solo com técnica e acabamento perfeitos. Antonio Carlos Miguel, jornal “O Globo”/ Ilana é segura, canta como quem cantarola, com facilidade e expressão. (…) Que Bangüêseja o primeiro de muitos outros. Sérgio Molina, Guia Folha - Livros Discos Filmes/ Bangüê acabou sendo o título do CD que apresenta a voz límpida de Ilana Volcov – de afinação e emissão perfeitas, atestadas na interpretação a capela de “Morada” (tema de autor desconhecido) – ao país das cantoras. Mauro Ferreira, blog Notas Musicais/ Ilana é uma intérprete perfeita, além de ter um bom gosto musical admirável. Camões Filho, jornal “Voz do Vale”/ Na sua música não há ecos de rock, música eletrônica, mesmo o Tropicalismo (o Caetano que ela grava, Onde eu nasci passa um rio, é anterior). O que há um passo adiante na desenvolvimento de um formato de canção brasileira, em que a harmonização rica pós-bossa nova se encontra com as tradições regionais. Tulio Villaça, blog Sobre a Canção
www.photozofia.com.br
Largo São Sebastião, 105 - centro - São Francisco Xavier - cep 12249-000


out 29 2011

Rádio Galena lança novo cd no Photozofia

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Banda Rádio Galena lança novo CD

no Photozofia Arte & Cozinha

em São Francisco Xavier

reservas:  12 3926 1406

sábado - 05 de novembro as 21h30


Uma das mais conceituadas bandas da região, a Rádio Galena, acaba de gravar seu quarto CD “BEATLES SONGS”.

Após 12 anos de estrada tocando mais de 50 canções desta banda inglesa, já estava na hora de gravar este Tributo . Apesar de não ser cover dos Beatles , a Radio Galena é considerada umas das melhores na interpretações dos “Fab Fours”.

Além da formação tradicional - Stevan Cardoso (vocal, violão e guitarra), Benoit Decharneux (violão, guitarra e bandolim), Rodrigo Masiero (baixo, vocais, violão e percussão) e Coelho Pontes (bateria, vocais e percussão) -, a Rádio Galena contou na gravação com a participação do tecladista Raul de Sá.

Ouça uma das faixas do CD , www.myspace.com/bandaradiogalena

www.bandaradiogalena.com


out 26 2011

Reveillon 2012 no Photozofia em São Francisco Xavier

reveillon-2012
O restaurante Photozofia Arte & Cozinha
prepara as boas vinda a 2012!
São Francisco Xavier proporciona iniciar o novo ano em contato com a natureza, trilhas, cachoeiras e paisagens que alimentam a alma.
Preparamos uma ceia especial para este momento de alegria e oferecemos em um charmoso buffet frutas frescas e secas, saladas, massas, águas de ervas, drinks não alcoólicos e sobremesas.
O prato principal é servido à la carte e tem opções de peixes, carnes especiais, massas recheadas e pratos vegetarianas.
Cada casal ou 2 pessoas recebe uma Brut 350ml para o brinde.
A festa é animada pela cantora Airô Barros e banda ao som de música que leva uma mistura bem gostosa e animada! Baião, bossa, bolero, xaxado, frevo, forró, mpb … Música boa em um ambiente aconchegante e descontraído. Aqui, na Serra da Mantiqueira!
Esperamos você para essa festa!
airo1 revei dan.jpg revei.jpg DSC00615.JPG
Faça a sua reserva antecipada!
Informações: photozofia@gmail.com ou 12 3926 1406 - 12 9640 2151
Reservas antecipadas 50% por depósito bancário.
R$ 150,00 por pessoa.

out 26 2011

Músicas do Brasil no Photozofia

No sábado, 29 de outubro o Photozofia Arte & Cozinha
apresenta o show Músicas do Brasil, com Beto Quadros, Denilson de Paula e Hugo Cardoso.
Reservas: 12 3926 1406 - contato@photozofia.com.br

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“Músicas do Brasil” reúne em seu repertório canções da cultura popular
de diversas regiões brasileiras e composições de autores contemporâneos
influenciados por esta cultura.
As canções apresentadas são o resultado de pesquisa realizada em acervo
de gravações produzido pelo musicista Marcus Pereira entre 1971 e 1973
retratando o que de mais importante havia no universo da cultura musical regional
no Brasil da época.
Com um trio formado por Beto Quadros (violão e voz), Denílson de Paula
(percussão e voz) e Hugo Cardoso (contrabaixo) são apresentados diversos
gêneros como Fandango, Calango, Samba de Roda, Moda, Chula, Choro,
Carimbós e Cirandas.
A apresentação é leve e bem humorada
contextualizando as músicas através de comentários e informações sobre
os gêneros, suas raízes sócio-culturais, estruturas musicais e personagens
importantes.
O objetivo de “Músicas do Brasil” é colocar o público jovem e adulto em
contato com a diversidade musical popular brasileira ampliando e enriquecendo
suas referências.