mar 2 2010

AGENDA DE SHOWS

proximos-shows


mar 7 2010

Carlos Navas no Photozofia

Carlos Navas no Photozofia em São Francisco Xavier

dia 13 de março as 21h30

informações e reservaspara jantar: 012 3926 1406

informações turísticas: 012 3926 1833

www.portalsfx.com.br

www.photozofia.com.br


O MELHOR DA MPB

NA VOZ DE CARLOS NAVAS


Sua carreira solo teve início em 96, em shows pelo circuito cultural paulistano. De lá para cá, Carlos Navas lançou sete discos, dividiu o palco com artistas como Tetê & Alzira Espíndola, Alaíde Costa, Sandra de Sá, Lady Zu, Clarisse Abujamra e Claudia Telles, entre outros. Sua versatilidade pode ser conferida nestes trabalhos e nos diversos espetáculos que realiza pelo Brasil. São quatorze anos de estrada, tempo durante o qual vem sendo saudadocomo uma das mais expressivas revelações da nova música brasileira. Seu disco “Quando o Samba Acabou” – Dedicado a Mario Reis, lançado pela Lua Music, onde presta um merecido tributo a este genial cantor através de clássicos do seu repertório, como “Jura”, de Sinhô’ e “Se Você Jurar”, de Francisco Alves, Ismael Silva e Nilton Bastos, vem merecendo elogios unânimes da crítica. Ainda em 2007, lança “Canções de Faz de Conta”, onde relê a obra de Chico Buarque para crianças, com as participações especiais de Vânia Bastos e Bibi Ferreira.

Neste espetáculo, ele repassa o melhor de sua trajetória e inclui algumas releituras inéditas, como por exemplo, a parceria de Roberto e Erasmo Carlos, “Você vai ser o meu Escândalo”, lançada por Wanderléa em 1969. Autores contemporâneos já gravados em seus CD´s, como Marina Lima (“Acontecimentos”), Vitor Ramil (“Foi no Mês que Vem”), Milton Nascimento (“Ânima”), Itamar Assumpção (“Que Tal o Impossível?”) e Rita Lee (“Corre Corre”) também fazem parte do roteiro. Parte do show é dedicada ao Poetinha Vinicius de Moraes, trazendo a intensidade rítmica dos inesquecíveis afrosambas “Consolação”, “Berimbau” e “Canto de Ossanha”. A homenagem ao Mestre Mario Reis e a alegria das canções infantis registradas nos álbuns “Algumas Canções da Arca…” e “Canções de Faz de Conta” não ficarão de fora. “Contramão”, de Fred Martins e Marcelo Diniz, e “Quem Sabe”, de Alzira E e Arruda, serão apresentadas em público pela primeira vez. São duas faixas do oitavo e novo CD, “Tecido”, que chegará ao mercado em abril, também pela Lua Music, do qual ele dá uma prévia na apresentação. Participação do violonista Ronaldo Rayol.

Um repertório diversificado e de altíssimo nível que agrada todos.


mar 2 2010

Música Parahytinga Brasileira

Patrícia Guimarães, Clara Andrade & Daniel Tucci

Música Parahytinga Brasileira


Show no Photozofia Arte & CozinhaNeste sábado dia 6 de março, as 21h30Largo São Sebatião, 105reservas: 012 3926 1406É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem.

A idéia de realizar um trabalho musical juntos nasceu do desejo incandescente de vivenciar a cada dia mais a música, tocar ao vivo e desenvolver trabalho profissional artístico, o que sempre foi vocação de ambos integrantes.

Sem tomar conhecimento de qualquer fronteira musical, interpretam a MPB, blues-rock, música regional, pop, etc, com naturalidade, misturando as influências com personalidade e bom gosto.

Patrícia, Clara & Tucci apresentam show musical ao vivo na formação Trio ou com banda e participações especiais, interpretando a música popular e regional brasileira com arranjos originais, personalidade e bom gosto. Apresentam canções, compositores e a musicalidade de São Luiz do Paraitinga, SP, Brasil, misturando o caipira, regional, com o blues-rock, fundindo ecos da roça com os da urbe, em um show vivo e dançante com forte influência rítmica das congadas, moçambiques, samba e vertentes, do folclore e da cultura popular brasileira.

Integrantes:

Patrícia Guimarães – Vocal, Violão, Viola Caipira.

Daniel Tucci – Vocal, Violão, Guitarra, Contrabaixo.

Clara Andrade – Vocal, Pandeiro, Chocalho.

Histórico

O Trio tem se apresentado profissionalmente em festas populares e particulares, espaços culturais, bares, restaurantes, pousadas, festivais de música e eventos em geral, tendo no período de novembro de 2008 até novembro de 2009 feito mais de 40 apresentações ao vivo.

Em abril de 2009 o trio entrou em estúdio para a gravação de seu primeiro CD demo, “Música Parahytinga Brasileira”, disponível pela Internet.

Em maio de 2009 a apresentação do trio abrindo a programação da Festa do Divino em São Luiz do Paraitinga foi filmada e dela produzido um DVD, também disponível. Em setembro de 2009, o trio estreou a formação Banda na Cachoeira Grande, Lagoinha, com Lucas Santos no Contrabaixo e Renato Mendes na Bateria. no dia 3, e no dia 22 do mesmo mês tocou com Banda mais participações especiais na programação oficial da Terceira Semana da Canção Brasileira.

Outras apresentações de destaque foram no Festival de Marchinhas de Carnaval de São Luiz do Paraitinga, onde a canção “Arco-íris”, autoria de Patrícia Guimarães, Clara Andrade e Roberto Santos defendida pelo Trio mais a banda de apoio do festival ficou com o vicecampeonato na finalíssima. Em junho Patrícia, Clara & Tucci se apresentaram no Festival de Marchinhas Juninas do Arraia do Chi Pul Pul, em São Luiz do Paraitinga defendendo composição de Afonso Pinto, “Aqui Tem de Tudo”, que também alcançou o segundo lugar. Vale ainda citar shows memoráveis como na Semana Elpídio dos Santos em setembro, comemorando o centenário do artista. E na Festa dos 100 dias para o Carnaval de São Luiz, no Manifesto Musical da Festa de Santa Cecília, e no Espaço da Cultura Caipira na Programação da Semana da Cultura Negra, e Cachoeira Grande, ambos em Novembro de 2009. O Trio encerrou o ano tocando no coreto Elpídio dos Santos, no dia 31 de dezembro, apresentando sucessos do repertório 2009 e antecipando músicas que compõe o novo repertório para 2010.

Repertório

Pelas diversas possibilidades musicais de seus integrantes e apresentando formação trio acústico, trio mais bateria, ou ainda trio mais bateria e contrabaixo, a cada show definem um novo repertório, especialmente elaborado para qualquer ocasião.

Blog:

www.patriciaetucci.blogspot.com


fev 8 2010

CARNAVAL 2010 em SÃO FRANCISCO XAVIER

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segunda

de

Carnaval

no

Photozofia

reservas: 012 3926 1406

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TUIA LENCIONNI

Cantor e compositor (37 anos). Vindo do Vale do Paraíba, interior de São Paulo, despontou nos anos 90 com a banda Dotô Jéka, formada por ele e pelo seu parceiro de anos Beto Richieri.

Surgida em 1993, com uma proposta ousada e inovadora de misturar rock com música caipira, a banda DOTÔ JÉKA se destacou pela sua originalidade. Seu primeiro trabalho, que contou com o mesmo produtor dos RAIMUNDOS, foi lançado pela gravadora VIRGIN/EMI. Após várias apresentações em programas como: XUXA HITS, JÔ SOARES ONZE E MEIA, PROGRAMA LIVRE, entre outros, alcançou os primeiros lugares nas rádios do interior de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Nordeste. A versão de ROMARIA de Renato Teixeira (que participou do CD) e acabou ganhando também um clipe na MTV com diversas matérias na imprensa escrita, em destaque a revista BILLBOARD americana. Em 2003, Tuia e o Doto Jéka fizeram parte de dois grandes festivais da nova música caipira: o CAIPIRAGROOVE, realizado no Sesc Campinas, e o VIOLA TURBINADA, que rodou pelas capitais São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro no Centro Cultural do Banco do Brasil, inclusive eleito pela revista BRAVO como um dos mais importantes projetos musicas e culturais do Brasil.

Logo em seguida, em 2004 foi convidado pelo dono da emissora TV VANGUARDA (REDE GLOBO Vale do Paraíba) BONI, para comandar e apresentar um novo programa musical, com o objetivo de divulgar a nova música do interior.

Em 2005 participou do Projeto “Cada Encontro é um Som” juntamente com a nova geração de compositores de São Paulo: Chico Teixeira (filho de Renato Teixeira) e Gabriel Sater (filho de Almir Sater).

Vem se destacando como compositor, tendo como destaque a música “Cinderela Compulsiva”, tocada pela banda “Luxúria”, lançada pela gravadora Sony-BMG. A música contém frases “cortantes” como: “…Meu amor sua sina, você enfiou teus pés numa jaca, Cinderela compulsiva”. E também com a música “OLHOS TEUS” gravada pela banda “VOLTZ” lançada pelo selo Som Livre Apresenta.

TUIA já prepara seu próximo trabalho, um CD e DVD só de instrumentos acústicos (previsão de lançamento para março de 2010), que segue numa linha mais folk de baladas, misturando todas as influências da sua carreira.

A história de TUIA tem como principal elemento ser o agregador de novas idéias de vanguarda que acabaram influenciando uma geração inteira de novos artistas nos anos 90, dando início a um novo estilo da música,que se segue até hoje, tais como Matuto Moderno (SP),Fulanos de tal (SP), Jerry Esíndola e Crôa (MS), Charme Chulo (PR) entre vários outros espalhados pelo Brasil, e também de artistas da cena musical do vale do Paraíba que acabaram se destacando nacionalmente, como o Trem da Viração (música regional, participação do músico educador Beto Quadros), Luxúria (banda de rock lançada pela sony BMG) e Voltz (banda de rock lançada pela Som Livre ambas gravaram músicas de TUIA).


fev 8 2010

CARNAVAL 2010 em SÃO FRANCISCO XAVIER

carnaval-int1 FABIO TAGLIAFERRI, MARIO MANGA E DANILO MORAES

no show E TUDO PASSA, TUDO PASSARÁ… Música para rolar de se divertir.

Fabio Tagliaferri e Mario Manga estão de volta juntos tocando agora com Danilo Moraes.
Trata-se de um show leve, engraçado, agradável e irreverente (com tom respeitoso, se é que isto é possível) de clássicos de Nelson Ned, Roberto Carlos, Benito de Paula, Paulo César, entre outros.
O trio fez arranjos especiais para esta formação original (viola de arco, violoncelo, violão e baixo). Versões cults para canções naives.
Momentos mais emocionantes são Io Che Non Vivo de Pino Donaggio, Motoqueiro de Almir Rogério, A Montanha de Roberto Carlos,  Nenhum Toque de Sullivan e Massadas com a participação especial de Marcia Lopes e, finalmente, a música que dá nome ao show TUDO PASSARÁ de Nelson Ned.
Segundo Mario Manga “o inconsciente coletivo nem sempre é a tradução do bom gosto”.

RESERVAS: 012 3926 1406


jan 31 2010

ROGÉRIO SANTOS

rogerio-flyer

Rogerio Santos, poeta paulistano, desenvolve trabalho musical autoral como cantor e letrista.
No momento está em fase de pré-produção de seu primeiro CD “Crônicas Paulistanas”.
Esse material começou a ser criado e formatado à partir do blog pessoal de Rogerio (www.folhadecima.blogspot.com),
canal que permitiu o encontro do poeta Rogerio Santos com o músico Tony Pituco, ex. integrante do grupo
paulistano Língua de Trapo, radicado em Tóquio desde a década de 90.
Simultâneamente, surgiram as primeiras parcerias com o violonista Floriano Villaça e em seguida o desenvolvimento de arranjos para as canções do trio de compositores, Rogerio Santos, Floriano Villaça e Tony Pituco.
O repertório do show é baseado no trabalho autoral da tríade de compositores.
Canções como “Torresmo na Madruga”, “Carro Anfíbio”, “Breque do Guioza” e “Enterprise”, dão o tom das “Crônicas Paulistanas” que marcam a parceria Rogerio/Pituco, quando passeiam com poesia, bom humor e nostalgia pelos meandros do cotidiano paulistano.
Do outro lado, “Valsa Etérea”, “Bailarina”, Solicitude e “Prisma”, dão o tom mais lírico da parceria Rogerio/Floriano.
Tudo isso dentro de um leque diverso de ritmos da Musica Popular Brasileira.

Além das canções autorais, o repertório do show homenageia grandes letristas da MPB, como Aldir Blanc, Paulo César Pinheiro e Hermínio Bello de Carvalho, em parcerias com músicos como João Bosco, Guinga, Mário Gil e Paulinho da Viola.


jan 29 2010

Há sempre uma canção para contar

mpb
A fotógrafa CONCEIÇÃO ALMEIDA abre mais uma vez o seu baú para contar em imagens a história da MPB dos anos 70.
Com o título “Há sempre uma canção para contar…”, verso da música Fotografia do maestro Tom Jobim, ela revela momentos ímpares de uma simplicidade que pairava naqueles anos.

Onde: Photozofia Arte & Cozinha em São Francisco Xavier – SP
www.portalsfx.com.br ou www.saofranciscoxavier.com.br
www.blog.photozofia.com.br - www.photozofia.com.br
Largo São Sebastião, 105 – inf: 012 3926 1406 - contato@photozofia.com.br
Vernissage aberta: 5 de fevereiro as 20h
exposição de 5 de fevereiro a 7 de março
horário: de quinta a domingo das 16h as 20h

O PASSADO DO MELHOR PRESENTE, NAS FOTOS DE CONCEIÇÃO ALMEIDA.
Wladimir Soares
Há toda uma geração de artistas brilhando na música popular brasileira. Muitas vezes esse brilho torna-se ocasional e dura pouco. Na hora de se mencionar os artistas importantes da MPB, os nomes citados são os que brilham há mais de 30 anos. Os nossos ídolos ainda são os mesmos. A fotógrafa Conceição Almeida guardou todos os negativos das importantes fotos que ela tirou registrando o nascimento de alguns desses ídolos. E mais uma vez ela abre o baú e traz essas relíquias ao Photozofia no mês de fevereiro em exposição da história fotográfica da MPB dos anos 70.
Conceição é um dos seres privilegiados que estava no lugar certo na hora certa. No começo de sua carreira, Conceição era fotógrafa de gravadoras e revistas. Sua missão: registrar o aparecimento de novas estrelas, de Raul Seixas a Marina, de Cazuza a Simone, de Zé Ramalho a Zizi Possi. Conceição não registrou o nascimento de estrelas como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa e Elis Regina porque ela não é tão precoce assim. Mas, nos seus guardados Conceição tem fotos preciosas dessa turma que compõe a seleção titular da MPB. Impossível não se emocionar diante de tanta preciosidade.
Com esta exposição documental e descontraída Conceição se inspirou numa exposição de Linda Mc Cartney em Londres nos anos 70, com uma apresentação despojada esteticamente mas com conteúdo precioso. Salta aos olhos a simplicidade que reinava no período de ouro da moderna MPB, um deleite a espontaneidade de Chico Buarque trocando de camisa para as lentes de Conceição. Impossível não se encantar com o despojamento de Caetano Veloso em sua fase mais andrógena, que logo iria encontrar mais ressonância em Ney Matogrosso, também aqui exposto. E a beleza plástica do beijo assexuado entre Gal Costa e Sonia Braga revela ainda mais o talento e o senso de oportunismo da grande fotógrafa. Nove entre dez artistas que começaram seu reinado nos anos 70 foram captados pela objetiva da fotógrafa que já fez exposições individuais no MIS, Museu da Imagem e do Som com o seu acervo de Raul Seixas o que levou a Revista Rolling Stone fechar a sua edição em homenagem aos 20 anos de morte de Raul com suas fotografias em capa e interior da revista e revelar a atemporalidade da expressão do artista. Conceição soube ter paciência para aguardar o momento certo para expor suas fotos. Revelando ao mundo seu acervo, Conceição também inscreveu seu nome no panteão de importantes e famosos.


jan 24 2010

Só o amor constrói por KLÉBER ALBUQUERQUE

Cancao \”O OUTRO EU\” - Kleber Albuquerque e Fred Martinskleber

Show sábado, dia 30 de janeiro as 22h no Photozofia

A multiplicidade da música de Kleber Albuquerque
Kleber Albuquerque & a Miniorkestra de Polkapunk lançaram Só o Amor Constrói (Sete Sóis), criando uma intensa miscelânea sonora e se desvendando músicos de desavergonhada qualidade.
Petulantes, não se furtaram a quebrar conceitos: brincaram com eles, tornando-os reféns de seus espíritos talentosos. Valendo-se de gêneros musicais diversos, fizeram da música válvula de escape para suas observações do dia a dia do mundo.
Bom compositor, Kleber escreveu letras para seus parceiros Adolar Marin, Élio Camalle, Zeca Baleiro, Danilo Moraes, Chico Cesar, Fred Martins e Rafael Altério. Antenado, reformulou um sucesso de Adriana Calcanhoto (“Esquadros”), dando-lhe novo sabor. Da algibeira, sacou poesias de Hilda Hilst e de Isac Ruiz, o que lhe permitiu criar melodias incontestes. Autossuficiente, criou sozinho cinco das quinze faixas do disco.
Cantor de bons recursos (seus graves vão tão bem quanto seus agudos), enseja a sensação de se ouvir algo distante do habitual. Interpretando, a sua personalidade musical vem plena. Entonações quase teatrais, por vezes, se contrapõem à aspereza; a emoção que lhe toma a garganta pode num segundo se refazer irônica ou singela.
Gustavo Souza (bateria), André Bedurê (baixo), Paulo Souza (serrote) e Stevan Sinkovitz, integrantes da Miniorkestra de Polkapunk, se desdobram em mil pedaços sonoros. Feito cobras-de-vidro, repartem-se para em seguida reaparecer em novos corpos e almas. O acordeonista Olívio Filho se integra a eles e colabora para a distinção da sonoridade que lhes sai das mãos.
Kleber Albuquerque é o camaleão que, antevendo predadores, reformula suas feições a cada instante. É o que segue instintos, abraçando-os; o que não teme o novo, (re)criando-o; o que não teme risco, correndo-os. Ele é o camaleão que, rápido como um corisco, muda de aparência; que, rente que nem pão quente, se adapta a novas circunstâncias.
Cantando e compondo, Kleber demonstra sabedoria ímpar. Mas, talvez, a que mais se sobressai decorre do fato de ele ter aberto mão de “Cala Frio”, de Kleber e Isac Ruiz, a canção mais bela do CD, entregando-a para Renato Braz cantar. Meu Deus! É de tirar o fôlego – aliás, há tempos uma canção não me comovia tanto. Relatando um ciclo de vida que não se fecha, envolto em atmosfera interiorana, Renato dá à melodia e aos versos um quê de fascinação.
Mas não só. “Futebol Para Principiantes” (Kleber) descreve com graça quase ingênua o que é um gol: “Numa casinha toda enfeitada/ Toda rendada de filó/ Quando a bolinha toda ouriçada chega lá dentro/ Todo mundo grita gol”.
Kléber e Adolar Marin compuseram “Seis Horas”, samba que remete a Monsueto. A lateria (bateria de lata) batuca. A guitarra pulsa com o serrote e com o acordeom, resultando (im)puro samba.
Kléber Albuquerque, econômico como haicai, certeiro como bote de cascavel, íntegro como rosto de mulher madura marcado pela vida, multiplica músicas com o dom de espalhar esperanças.
Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4
kleber21


jan 13 2010

Agenda de Janeiro

Agenda de final de semana até o fim de janeiro em São Francisco Xavier.
O Photozofia abre de quarta a sexta das 16h às 23h30,
sábados das 13h à 1h da manhã e
domingo das 13h às 20h.
No próximo dia 25 segunda-feira funcionaremos normalmente das 13h às 20h.
Informações turísticas: 012 3926 1833
Reservas: 012 3926 1406.

?ui=2&view=att&th=12628a953ecd8a7e&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628a953ecd8a7e&zw Neste sábado, 16 de janeiro Yan Kaô e a Contrução no show BANZO BRASILEIRO o Blues do Brasil. Música, natureza e contemplação na Serra da Mantiqueira!
Yan Kaô é escritor, compositor, baterista, percussionista, violonista, produtor musical e cantor. Começou sua carreira em bares e bandas de baile e já tocou com vários artistas, entre eles Duda Neves, Dinho Gonçalves, Airto Moreira, Caíto Marcondes. A Construção é o grupo que o acompanha em sua carreira solo nos shows e nos discos. Construção, a palavra de ordem para quem quer um mundo novo. Ser ecletico é natural, ser brasileiro é necessário e ser universal é o caminho




?ui=2&view=att&th=12628ac5ca3f1ef7&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628ac5ca3f1ef7&zw Festa das Violas! Violeiros de toda parte do país se juntam para uma noite descontraída e festiva em comemoração a décima primeira edição do curso Viola nas Montanhas que acontece todo ano em São Francisco Xavier, realizado pelo Braz da Viola.
Depois da presença de Inezita Barroso, Pena Branca, Paulo Freire nos anos anteriores, desta vez Braz da Viola convida o violeiro Ivan Vilela para abrilhantar a festa!!!
São 28 violeiros no palco desta sexta-feira dia 22 de janeiro.


?ui=2&view=att&th=12628b2f3cc083c8&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628b2f3cc083c8&zw No sábado dia 23 de janeiro Ivan Vilela (viola), traz composições do CD Paisagens e arranjos de seu novo CD de viola intitulado DEZ CORDASque tem arranjos para Valsinha do Vinicius e do Chico Buarque, Eleanor Rigby dos Beatles, lundus e modinhas do século XIX, Almir Sater, Venturini entre outros.

Ivan é diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas, indicada ao Prêmio Rival 2005, da Petrobrás, na categoria Atitude, idealizador da ONG Núcleo da Cultura Caipira e responsável pelo projeto de criação de um curso superior de música que utilize uma metodologia brasileira de ensino, proposta inédita no Brasil, concebida a pedido da Universidade de Taubaté, SP. Compôs a Ópera Caipira Cheiro de Mato e de Chão a partir do libreto de Jehovah Amaral.
É professor da USP (Universidade de São Paulo), além de atuar em diversos festivais de música do país e ministrar seminários sobre Cultura Popular Brasileira, Harmonia Modal, Estética e História da MPB e Viola Caipira. Trabalha como pesquisador a mais de quinze anos, enfocando manifestações da cultura popular em Minas Gerais e interior de São Paulo.

Em disco autoral ou junto a grupos foi indicado a importantes prêmios da Música Brasileira:Rival-BR (Orquestra Filarmônica de Violas) 2005, indicado na categoria Atitude. Paisagens (solo) 1998, Prêmio Sharp, indicado como Revelação Instrumental. Espiral do Tempo (Anima) 1997, Prêmio Movimento de Música Brasileira – melhor disco instrumental do ano, Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) – melhor conjunto de câmara e indicado à Medalha Carlos Gomes da Secretaria Estadual de Cultura – SP, Trilhas (Trem de Corda) 1994, duas indicações ao Prêmio Sharp.

?ui=2&view=att&th=12628c55d4be70e8&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_12628c55d4be70e8&zw Sábado, 30 de janeiro Kleber Albuquerque traz o seu SÓ O AMOR CONSTRÓE ao Vale do Paraíba. A multiplicidade da música de Kleber Albuquerque

Kleber Albuquerque & a Miniorkestra de Polkapunk lançaram Só o Amor Constrói (Sete Sóis), criando uma intensa miscelânea sonora e se desvendando músicos de desavergonhada qualidade.

Petulantes, não se furtaram a quebrar conceitos: brincaram com eles, tornando-os reféns de seus espíritos talentosos. Valendo-se de gêneros musicais diversos, fizeram da música válvula de escape para suas observações do dia a dia do mundo.

Bom compositor, Kleber escreveu letras para seus parceiros Adolar Marin, Élio Camalle, Zeca Baleiro, Danilo Moraes, Chico Cesar, Fred Martins e Rafael Altério. Antenado, reformulou um sucesso de Adriana Calcanhoto (Esquadros), dando-lhe novo sabor. Da algibeira, sacou poesias de Hilda Hilst e de Isac Ruiz, o que lhe permitiu criar melodias incontestes. Autossuficiente, criou sozinho cinco das quinze faixas do disco.

Cantor de bons recursos (seus graves vão tão bem quanto seus agudos), enseja a sensação de se ouvir algo distante do habitual. Interpretando, a sua personalidade musical vem plena. Entonações quase teatrais, por vezes, se contrapõem à aspereza; a emoção que lhe toma a garganta pode num segundo se refazer irônica ou singela.

Gustavo Souza (bateria), André Bedurê (baixo), Paulo Souza (serrote) e Stevan Sinkovitz, integrantes da Miniorkestra de Polkapunk, se desdobram em mil pedaços sonoros. Feito cobras-de-vidro, repartem-se para em seguida reaparecer em novos corpos e almas. O acordeonista Olívio Filho se integra a eles e colabora para a distinção da sonoridade que lhes sai das mãos.

Kleber Albuquerque é o camaleão que, antevendo predadores, reformula suas feições a cada instante. É o que segue instintos, abraçando-os; o que não teme o novo, (re)criando-o; o que não teme risco, correndo-os. Ele é o camaleão que, rápido como um corisco, muda de aparência; que, rente que nem pão quente, se adapta a novas circunstâncias.

Cantando e compondo, Kleber demonstra sabedoria ímpar. Mas, talvez, a que mais se sobressai decorre do fato de ele ter aberto mão de Cala Frio, de Kleber e Isac Ruiz, a canção mais bela do CD, entregando-a para Renato Braz cantar. Meu Deus! É de tirar o fôlego – aliás, há tempos uma canção não me comovia tanto. Relatando um ciclo de vida que não se fecha, envolto em atmosfera interiorana, Renato dá à melodia e aos versos um quê de fascinação.

Mas não só. Futebol Para Principiantes (Kleber) descreve com graça quase ingênua o que é um gol: Numa casinha toda enfeitada/ Toda rendada de filó/ Quando a bolinha toda ouriçada chega lá dentro/ Todo mundo grita gol.

Kléber e Adolar Marin compuseram Seis Horas, samba que remete a Monsueto. A lateria (bateria de lata) batuca. A guitarra pulsa com o serrote e com o acordeom, resultando (im)puro samba.

Kléber Albuquerque, econômico como haicai, certeiro como bote de cascavel, íntegro como rosto de mulher madura marcado pela vida, multiplica músicas com o dom de espalhar esperanças.

Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4


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jan 13 2010

Banzo Brasileiro

yankao-flyer Quem perdeu da primeira vez terá a segunda pra conferir o blues do Brasil com

Yan Kaô e a Construção!

No próximo sábado, dia 16 de janeiro as 22h no Photozofia Arte & Cozinha em São Francisco Xavier.

Yan Kaô e a Contrução no show BANZO BRASILEIRO, o Blues do Brasil.

O show conta com músicas do Djavan, Roberto Carlos, Angela Rorô e outros bambas… imperdível!

Yan Kaô é escritor, compositor, baterista, percussionista, violonista, produtor musical e cantor.

Começou sua carreira em bares e bandas de baile e já tocou com vários artistas, entre eles Duda Neves, Dinho Gonçalves, Airto Moreira, Caíto Marcondes.

A Construção é o grupo que o acompanha em sua carreira solo nos shows e nos discos.

“Construção, a palavra de ordem para quem quer um mundo novo.. Ser ecletico é natural, ser brasileiro é necessário e ser universal é o caminho.”(Yan Kaô)